15 dicas imperdíveis para aproveitar melhor sua viagem para a Itália!

27-06-17 às 8:03 am 2 comentários

Por Patricia do Carmo Guedes e Jairo Santos de Jesus    –    O planejamento é o segredo. Não só para este, que é o tema central do nosso post, mas para qualquer lugar que você pretenda viajar no mundo! Consolidamos, aqui, 15 dicas que consideramos imperdíveis para você aproveitar melhor sua viagem para a Itália!

Vamos a eles!

 

Como comprar passagens aéreas baratas, aproveitando melhor o dinheiro, os benefícios acumulados e o tempo: Classe Executiva; Milhas e Open Jaw / Múltiplos Destinos;

 

Viajar para a Itália: Documentação necessária;

 

Viajar para a Itália: Quando ir;

 

Itália: Como definir as cidades do roteiro;

 

Aluguel de carro na Itália e outras formas de locomoção;

 

Dicas práticas para dirigir na Itália;

 

Como se comunicar na Itália;

 

Acesso à Internet: comprar chip pré-pago na Itália;

 

Viajar para a Itália: como funcionam as gorjetas;

 

Dicas de hospedagem na Itália;

 

Viajar para a Itália: impostos e reembolsos;

 

Viajar para a Itália: como é a alimentação;

 

Orçamento estimado de uma viagem para a Itália: quanto gastar?

 

Viajar para a Itália: observações importantes sobre o destino e a viagem;

 

Viajar para a Itália: curiosidades sobre o país e seu povo.

 

Viagem para a Italia

Viagem para a Italia

1) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália – (e para todos os demais destinos do mundo): como comprar passagens aéreas baratas aproveitando melhor o dinheiro, os benefícios acumulados e o tempo. 

Como muitos de vocês puderam acompanhar através de nossos vídeos em tempo real, a nossa viagem para a Itália, em Maio/2017, foi realizada em Classe Executiva, tanto na ida, quanto na volta.

E, neste momento, conversaremos sobre duas possibilidades importantes em uma viagem para a Itália, ou para qualquer outro destino do mundo: a emissão de bilhetes com pontos/milhas, e a possibilidade de chegar por uma cidade e ir embora por outra, mecanismo também denominado como “Open Jaw”, bilhete de “Múltiplos Destinos” ou “Múltiplas Cidades”.

“Viajar em Classe Executiva é possível?”

Aqui no PI, estamos sempre à procura de bons preços para todos os tipos de viagens, em todas as classes.

Não são raras as vezes em que já divulgamos preços de passagens para viajar em “Business Class”, mais baratas do que as passagens em Classe Regular.

E, quando isso acontece, é hora de pegar ou largar. Sim! Pois esse tipo de promoção/oportunidade costuma ficar no ar por pouquíssimo tempo.

Afinal, todos nós queremos ter o direito de viajar com um pouco mais de conforto – ou muito mais, dependendo da cia. aérea – pagando um bom preço por isso, né?

Para acompanhar as promoções em tempo real – e, assim ser o(a) primeiro(a) a saber das oportunidades de passagens baratas – faça o download de nosso aplicativo que está disponível para iOSAndroid e Windows Phone.

Recentemente, no feriado de Tiradentes, divulgamos passagens em Classe Executiva, voando Delta, para vários destinos dos Estados Unidos, por valores a partir de R$ 2.177, ida e volta, COM TAXAS INCLUÍDAS! :O

“Dá para emitir passagens pagando apenas a taxa de embarque?”

Além dos bons preços em dinheiro, há também a opção de emitir sua passagem – em Classe Executiva ou Classe Econômica – fazendo o uso de milhas ou pontos.

Detalhes sobre a emissão da nossa passagem para a Itália.

Foi justamente assim que os nossos bilhetes de ida/volta foram adquiridos: através da utilização dos pontos acumulados no cartão de crédito, que estavam por vencer, e vinham sendo guardados para uma viagem especial.

Muitos são os programas de acúmulo de milhas e pontos disponibilizados pelas administradoras de cartão de crédito e cias. aéreas, cada um com suas regras e particularidades.

E, por ser um caminho natural das coisas, estamos nos estruturando aqui no PI para levar até vocês, com a mesma seriedade das passagens em dinheiro, informações sobre este tipo de passagem-prêmio ou passagem-bônus.

Mas isso é assunto para um outro, aliás, muitos outros posts!

Detalhes sobre a emissão de passagens com pontos.

Quando você emite uma passagem fazendo uso de pontos, a cia. aérea irá lhe cobrar, para conclusão da reserva, as taxas administrativas/de embarque que, em nosso caso na TAP, foram equivalentes a 44 euros, por trecho, por pessoa, além dos 55.000 pontos necessários para a compra da passagem.

“Quantos pontos vocês usaram para emitir as passagens em Classe Executiva?”

Nossas passagens foram emitidas através do Programa de Milhagem da TAP Portugal, denominado “Tap Victoria”.

E, como vocês podem ver abaixo, o “preço”, em pontos, para um trecho semelhante àqueles que nós voamos – Do Brasil para a Europa e da Europa para o Brasil – é equivalente a 55.000 pontos/milhas (e, em Classe Econômica, é equivalente a 40.000 pontos/milhas), isso por pessoa, e por trecho.

Ou seja, para voar do Brasil para a Europa, 55.000 pontos, e, na volta, a mesma coisa: mais 55.000 pontos.

Assim, é possível realizar uma viagem de Ida e Volta em Classe Executiva como a nossa, pagando a partir de 110.000 pontos, mais taxas de embarque.

“Como vocês juntaram os pontos para fazer a viagem para a Itália, e quanto tempo, em média, devo demorar para conseguir o mesmo?”

No nosso caso, especificamente para emissão de passagens internacionais, elegemos o programa Membership Rewards – dos cartões American Express – para acumular os nossos pontos de cartão de crédito.

E, a partir dele, vamos monitorando as melhores opções e, conforme conveniência, vamos fazendo as transferências para os programas de emissão de bilhetes e cias. aéreas, como é o caso, por exemplo, do programa de pontos Multiplus, TAP Victoria e Smiles, que são os que mais utilizamos, sendo os dois primeiros, os nossos preferidos.

“Por quais motivos vocês fazem uso do Membership Rewards?”

O programa Membership Rewards é a nossa escolha porque:

(i) a categoria do nosso cartão de crédito, mais os programas de aceleração (que existem para os cartões das mais diversas administradoras de crédito), nos permitem acumular 2,5 pontos por dólar gasto;

(ii) os pontos deste programa nunca expiram; (iii) sempre há promoção de transferências de pontos com bônus, como por exemplo, do programa Membership Rewards para o programa da TAP Victoria, com 50% e até mesmo 100% de bônus.

Na prática: Suponhamos que você faça parte do Membership Rewards do AMEX com o mesmo programa de aceleração do qual fazemos parte (2,5 pontos por dólar gasto). Seus pontos não expiram.

“Eu também posso conseguir acumular os pontos necessários à realização de uma viagem legal?” 

Na prática: Suponhamos que você faça parte do Membership Rewards do AMEX com o mesmo programa de aceleração do qual fazemos parte (2,5 pontos por dólar gasto). Seus pontos não expiram.

Então, se você gastar, em média, R$ 2.000,00/mês em seu cartão de crédito (equivalentes, hoje, a mais ou menos  607 dólares), sua conta será acrescida, mensalmente, de 1520 pontos, fazendo com que, em menos de 36 meses, você consiga juntar 55.000 pontos.

“Juntados os pontos, existe um “milagre” da multiplicação?” #multiplicasenhor

Com uma promoção de transferência com bônus de 100% para o programa da TAP, por exemplo, você consegue transformar os 55.000 pontos em 110.000 pontos e, assim, viajar em Classe Executiva, tanto na ida, quanto na volta.

Agora, se você consegue, por exemplo, acumular as despesas no cartão e gastar o dobro por mês (cerca de R$ 4.000,00), em 1 ano e meio você já terá os mesmos 55.000 pontos, prontinhos para esperar uma boa oportunidade de transferência com bônus para o programa de emissão de bilhetes de sua preferência.

Dica para quem deseja acumular pontos no cartão de crédito.

Qual a grande dica, neste caso? Acumule TODOS os seus gastos no cartão de crédito, até os mínimos. Se programe para isto, ou seja, tenha o controle prévio das suas despesas para não cair pra trás quando chegar a fatura. Rsrsrsrs.

Além disso, esteja sempre ligado(a) nas transferências com bônus, e também nas promoções para compra de milhas em programas que permitem essa forma de aquisição.

O Multiplus, vira e mexe, libera a compra de milhas por um precinho bem bom, como R$ 0,03 a milha, por exemplo, o que é incrível – e bem frequente, inclusive!

“Quais são os privilégios de quem viaja em Classe Executiva?”

Para nós, a viagem para a Itália e para qualquer outro destino em Classe Executiva vai muito além do espaço interno da aeronave – que é muito maior para os passageiros da “Business Class”.

É a experiência, com um todo, que nos faz ficar super ligados em todas as ofertas de passagens para viajar nesta classe.

Na chegada ao aeroporto, para embarcar:

  • A fila de check-in é exclusiva;
  • As malas despachadas são identificadas como uma etiqueta de “Priority”, para que sejam as primeiras a sair na esteira do desembarque.

Enquanto aguarda o embarque:

  • Grande parte dos aeroportos do mundo conta com as famosas Salas VIP, que são acessíveis, além dos passageiros classificados por status de viajante frequente, aos passageiros viajando em Classe Executiva.
  • E, além de estrutura de descanso, há comidinhas e bebidas alcóolicas e não-alcóolicas grátis, WI-FI de boa qualidade, e, em alguns casos, salas de dormir e banheiros individuais com estrutura de chuveiro (com direito a toalha de banho limpinha e todos os itens de higiene);
  • Em muitos aeroportos do mundo, passageiros viajando em Classe Executiva têm direito, ainda, a fila prioritária na Inspeção de Segurança (Raio-X);
  • A fila de embarque no avião também é prioritária. Os passageiros da Classe Executiva têm acesso à aeronave logo após o embarque das prioridades por lei.

No avião, logo depois de embarcar:

  • Realizado o embarque, além do maior conforto das poltronas e do espaço individual muito maior em comparação à Classe Econômica, o atendimento pelos comissários de bordo é feito de maneira personalizada;
  • Os passageiros da Classe Executiva são chamados pelo nome, logo depois de receberem uma bebida de boas-vindas e algum petisco, como por exemplo, amendoins e amêndoas no estilo “Nutty Bavarian”, bem como um cardápio com as opções de alimentação daquele voo, bem como a carta de vinhos disponíveis, e demais bebidas, no esquema “open bar”; XD
  •  Sim! Existe um cardápio que costuma apresentar, pelo menos, duas opções de cada passo de um menu de restaurante: Entrada, Prato Principal e Sobremesa;
  • E há ainda a possibilidade de harmonização de vinhos de acordo com prato escolhido. Você pode, por exemplo, iniciar com um vinho Branco, continuar a refeição com um vinho tinto e finalizar a mesma com um vinho de sobremesa. Luxo puro!

Ô, da poltrona!

  • Assim que chega à sua poltrona, o passageiro da Classe Executiva recebe uma bolsinha super útil com amenidades para utilizar durante o voo – ou depois, em casa, como nós sempre costumamos fazer! Hahahaha.
  • No caso do voo da ida, recebemos uma latinha colecionável, super linda, com tampão de ouvido, tapa-olhos, meia de lã para esquentar os pés enquanto dorme (#chique), hidratante para as mãos de marca francesa, escova e pasta de dentes, hidratante para os lábios e caneta.
  • E, no voo da volta, ao invés da latinha colecionável, uma nécessaire liiinda, com os mesmos itens, basicamente, e com a inclusão de uma escova/pente para os cabelos, além de hidrante labial e hidratante para as mãos da marca L’Occitane (#chique2).

Durante o voo:

  • Durante o voo, os comissários de bordo procuram manter o estilo “low-profile”, no intuito de não incomodar os passageiros.
  • Os itens de dormir, como cobertor e travesseiro são de padrão superior e, no caso dos voos que fizemos recentemente, eram, ao invés de cobertor de lã, edredons super fofinhos, com cheiro de amaciante, além de travesseiro grande, com capa de tecido de excelente qualidade.
  • A pergunta que nunca quer calar: “Pode levar pra casa?” Não, não pode, amigos. 🙁 ;
  • O serviço de bordo é realizado de maneira diferenciada, com uso de guardanapos de tecido, além de talheres de metal e outros “frufrus”, como por exemplo embalagens diferenciadas para azeite, sal e pimenta, bem como pães quentinhos de vários tipos, para acompanhar a refeição. Você se sente em um restaurante chique, fino mesmo! Rsrsrsrs…
  • Outro ponto alto é o banheiro, que por ser exclusivo para os passageiros da Classe Executiva, é dividido por um número menos de pessoas;
  • Com a aproximação do momento de chegar ao destino, há também a prioridade no desembarque da aeronave. São os passageiros da Classe Executiva os primeiros a sair do avião e, assim, os primeiros a passar pelas filas de imigração dos países.

Realizado o desembarque, ainda tem mais?

  • E, para finalizar a experiência VIP, da qual nunca se tem vontade de sair (rsrsrs), as malas, no desembarque, são entregues com prioridade, como mencionamos acima.
  • Aqui no Brasil, bem em tese, podemos dizer que é uma regra quase nunca observada pelas cias. aéreas e seus responsáveis pela disponibilização das bagagens dos passageiros. 🙁

Conclusão: 

Além de todo o conforto, é impressionante o quanto é possível economizar TEMPO viajando em Classe Executiva! Nessa brincadeira de ser prioritário em praticamente todas as filas, você deixará de desperdiçar valiosos momentos do seu dia!

“Vale a pena?” 

Se vale a pena? MUITO. Tudo nessa vida é questão de escolha e atenção.

É claro que você não vai exigir que todas as suas viagens sejam em Classe Executiva, e nem irá gastar rios de dinheiro com uma passagem, pois essa não é a nossa prioridade, certo? Mas, se passar por você a oportunidade de desfrutar de uma experiência como essa, AGARRE-A!

O que vocês podem esperar do PI com relação a isso?

Com o relato da experiência da nossa viagem para a Itália, esteja certo(a) de que, se for por um bom preço, ou através da emissão de milhas, é um momento que vale a pena viver! Continuaremos de olho em TODAS as promoções.

E, sejam elas para viajar em Classe Econômica ou em Classe Executiva, faremos o possível para que vocês sejam sempre os primeiros a saber! Sejam, então, os primeiros a comprar, e compartilhem com a gente a experiência de vocês! <3

“Ultrapassada essa questão financeira, qual a opção mais indicada para aproveitar melhor o tempo em uma viagem como esta, para um destino da Europa, com tantas opções de cidades para conhecer?”

A viagem, na vida de todos nós que AMAMOS sair por esse mundão, é um acontecimento super esperado, com direito a “x” no calendário da contagem regressiva, e tudo mais. 🙂

Assim, o objetivo em toda viagem que se preze, é aproveitar MUITO BEM o valioso tempo que temos. E, na nossa viagem para a Itália, não foi diferente.

“Open Jaw. O que é isso?”

A opção por nós escolhida foi a de CHEGAR POR UMA CIDADE, e IR EMBORA POR OUTRA, já que isso nos pouparia um grande período de deslocamento.

Se fossemos chegar/ir embora da mesma cidade, passaríamos pelo dilema de dirigir horas e horas, desnecessariamente (mais especificamente, 11 horas de carro, ou 1.050 km #panico).

A ideia, portanto, era chegar por VENEZA e ir embora por ROMA. E, no meio do caminho, passar pelas cidades da Toscana (pausa para musiquinha de amor, com corações pulando pra fora da tela. Hahahahaha <3).

“Então, eu posso chegar por uma cidade e ir embora por outra, sem que isso me custe os olhos da cara?”

Então, pessoal, o que queremos dizer para vocês, nesse ponto do post, é que: DÁ PRA FAZER! Você pode, SIM, chegar por uma cidade, e ir embora por outra, economizando, assim, dinheiro e tempo!

Aqui mesmo em nosso site, no motor de busca localizado no canto superior direito da página, você pode fazer essa pesquisa de ida por uma cidade e volta por outra – a tão cobiçada forma de viajar conhecida como “Open Jaw” – ou, em outras palavras, denominada pelo nosso parceiro Viajanet como a opção de bilhete “Vários Destinos”.

Para ilustrar o assunto, mostraremos abaixo uma pesquisa de bilhete “Vários Destinos” .

Neste momento, as passagens para a Europa não estão muito baratas. Portanto, não levem em consideração o valor da tarifa, ok?

A demonstração abaixo é só para que possam comparar o bilhete convencional (indo e voltando pelo mesmo lugar), com o bilhete open jaw (ou vários destinos).

Pesquisa de viagem para a Itália – Passagens saindo de São Paulo para Veneza. E voltando de Veneza para São Paulo.

Ida: 13/10/2017; Volta: 27/10/2017

Valor total da passagem: R$ 3.884,18 (três mil, oitocentos e oitenta e quatro reais e dezoito centavos);

Pesquisa de viagem para a Itália – Passagens saindo de São Paulo para Veneza. E voltando de Roma para São Paulo.

Ida: 13/10/2017; Volta: 27/10/2017

Valor total da passagem: R$ 3.949,22 (três mil, novecentos e quarenta e nove reais e vinte e dois centavos).

Conclusão:

R$ 65,00 a mais pela passagem Open Jaw, chegando por Veneza e indo embora por Roma.

E, nessa brincadeira, economia de MUITO tempo do seu bem mais precioso em uma viagem para a Itália ou para qualquer outro destino: o TEMPO!

Deu pra perceber o tanto que o esquema é bom e válido, principalmente em uma viagem como esta, onde a ideia é “rodar” bastante? Dica valiosa, valiosíssima!

Ultrapassada a questão da passagem, vamos, agora, ao planejamento da viagem para a Itália? 🙂

2) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: documentação necessária.

Visto:

  • A Itália faz parte do Espaço de Schengen que tem estabelecido, entre si e com outros países, um tratado/acordo de livre circulação, como acontece com o Brasil desde 2012, ano em que a União Europeia decidiu incluir os visitantes brasileiros no rol de viajantes que, para viajar pelo período máximo de 3 meses por lá, NÃO PRECISAM DE VISTO.

Passaporte:

  • Portanto, suponhamos que você chegará na Itália no dia 10/07/2017 e lá ficará até o dia 30/07/2017, quando retornará ao Brasil. Seu passaporte, portanto, deverá ser válido, pelo menos, até o dia 30/10/2017.

Dica: Para evitar a fadiga, nunca deixe seu passaporte com menos de 6 meses de validade. Faltando 7 ou 8 meses para a data do vencimento do documento, por exemplo, já agende a emissão de um novo.

Assistência Viagem – Certificado de Schengen:

  • Ainda como regra definida pelo mesmo Tratado de Schengen, é obrigatório que o turista/visitante apresente, no momento de sua entrada no país – neste caso, a Itália – a ASSISTÊNCIA VIAGEM (em formato denominado como “Certificado Schengen”) com valor mínimo de cobertura de EUR 30.000, para garantir assistência médica em caso de doença ou acidente.

“Seguro Obrigatório de Viagem – Como contratar?” 

  • Há empresas que disponibilizam, como produto, esse tipo de seguro. Uma delas é a Mondial Assistance – CLIQUE AQUI PARA COTAR E CONTRATAR – e, nesta seguradora, especificamente, contratando o “Seguro Viagem Europa”, as coberturas exigidas estarão todas supridas, garantindo, assim, além da tranquilidade no momento da imigração – pela questão da documentação obrigatória – tranquilidade também em eventual situação de doença ou acidente
  • Para que vocês tenham uma ideia de preço, faremos, agora,  uma breve simulação junto a esta empresa – a Mondial Assistance – que é parceira do PI para este tipo de produto:
  • Vejam que o Seguro Viagem mais simples, com cobertura suficiente ao atendimento do Tratado de Schengen – e mais tantas outras coberturas, custa hoje, Junho/2017, para uma viagem de 07 dias para a Itália, para 1 passageiro menor de 70 anos, o valor equivalente a R$ 110,00. Vale super a pena né, gente?
  • No site da Mondial Assistance, além de tirar as dúvidas sobre cada tipo de produto/serviço, vocês poderão realizar a cotação do seguro desejado, bem como receber, em tempo real, a cotação, confirmando as condições de contratação, e, melhor ainda, viabilizando a contratação online, com o recebimento do certificado de seguro / certificado de Schengen por e-mail. Muito barato, fácil, rápido e confiável. 😉

“E o seguro viagem oferecido pelos cartões de crédito? Já utilizaram?”

  • Para quem possui cartão de crédito Gold, Platinum e similares, muitas administradoras/bancos fornecem, gratuitamente, o seguro viagem, caso a compra das passagens tenha sido realizada através do cartão em questão.
  • Quando não optamos por realizar a compra de um seguro viagem específico, como o da Mondial Assistance, fazemos uso do seguro viagem oferecido pelo cartão de crédito.
  • Nunca precisamos utilizar, felizmente, mas percebemos a seriedade das empresas, através da documentação fornecida para embasamento do seguro, inclusive, com várias orientações sobre como proceder em caso de necessidade de acionamento do serviço.
  • Portanto, se você é possui um cartão de crédito nas categorias que mencionamos acima, obtenha, quando estiver programando sua viagem, maiores detalhes junto ao seu banco/administradora de cartão de crédito, pois, quem sabe, você pode receber este tipo de benefício!

Outros documentos:

Outros documentos que lhe poderão ser solicitados em um processo imigratório são:

(i) a PASSAGEM DE VOLTA, para comprovar que você permanecerá na Europa apenas pelo período máximo permitido;

(ii) COMPROVANTES DE HOSPEDAGEM; e

(iii) COMPROVANTES DE QUE VOCÊ POSSUI MEIOS PARA SE SUSTENTAR na Europa durante o tempo da viagem. Você não precisa, efetivamente, do dinheiro vivo.

A comprovação pode ser feita, por exemplo, com a apresentação de um cartão de crédito e sua fatura, evidenciando o limite disponível para compras.

Importante:

Muito se fala na internet, com relação aos meios necessários para se sustentar durante a viagem, acerca da necessidade de se comprovar que possui, pelo menos, 65 euros por dia. No entanto, no que diz respeito à Itália, especificamente, o que há é a recomendação no Portal Consular do Itamaraty, das quantias abaixo exemplificadas:

Carteira Internacional de Vacinação:

  • Agora, falaremos de um item que sempre gera polêmica: a CARTEIRA INTERNACIONAL DE VACINAÇÃO, principalmente no que diz respeito à comprovação de Vacina Contra a Febre Amarela.
  • Podem ser seguidas as orientações descritas no site da Anvisa, na seção destinada à Saúde do Viajante: CLIQUE AQUI PARA ACESSAR.
  • Basta clicar sobre a opção “Verifique as Orientações para o país de destino”. Na tela seguinte, selecionar o país, e, a partir daí, seguir as orientações ali determinadas, principalmente com relação ao último item: “Recomendação ou Exigência”, sobre as vacinas/situações especificadas no campo “Orientações Específicas”.
  • Agora em Junho/2017, consultando o site da ANVISA – Saúde do Viajante, as orientações com relação ao destino “Itália” são as seguintes:
  • Vejam que há recomendação – atualizada em 02/06/2017 – de vacinação contra o Sarampo. Mas, vejam ainda, que não se trata de uma EXIGÊNCIA.
  • E, por isso, não será obrigatório fazer qualquer tipo de comprovação neste sentido, ao tentar ingressar no país, através de sua imigração.
  • Por outro lado, alterando o país para outro famoso destino da Europa – Malta – veremos que, há uma orientação específica relacionada à Febre Amarela, e que esta orientação reflete na EXIGÊNCIA para ingresso no país:
  •  As orientações da OMS/Anvisa mudam a todo tempo! Por isso, a indicação é consultar as orientações específicas para determinado destino, sempre que estiver se aproximando da sua data de viajar.
  • Ainda com relação à polêmica vacina contra a Febre Amarela, em Julho/2016 a Organização Mundial de Saúde (OMS) concluiu, através de um estudo, que uma dose da referida vacina é suficiente para garantir a imunidade pela vida toda. Antes, o prazo de validade era considerado como sendo de 10 (dez) anos.
  • E, se você tomou sua vacina antes de Julho/2016, não se preocupe! Ela continuará valendo, mesmo com a data teoricamente expirada.

Conselhos sobre a Vacina Contra a Febre Amarela e o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia:

  • Portanto, qualquer que seja o seu destino, e tendo em vista que você precisa tomar a vacina contra a Febre Amarela apenas uma vez na vida, siga nosso conselho: FAÇA ISSO! TOME A VACINA!
  • E lembre-se de tomá-la com pelo menos 10 (dez) dias de antecedência, para que a mesma possa fazer efeito.
  • Em seguida, depois de tomada a vacina em um posto de saúde, siga os passos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para obter o seu Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP).
  • O procedimento é gratuito, e está bem explicado no site da ANVISA – Saúde do Viajante – CLIQUE AQUI PARA ACESSAR – e, em seguida, clique em “Saiba mais sobre o Certificado Internacional de Vacinação”.
  • E, por fim, com o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) em mãos, torne-o um acessório inseparável do seu passaporte.
  • Prevenir, minha gente, é sempre melhor remediar! Notícias correm por aí – com muita frequência – de que, mesmo fora da lista de países da OMS, algumas exigências de apresentação já foram verificadas, e só puderam ser resolvidas com mais tranquilidade, pois o viajante solicitado possuía, em mãos, o CIVP.
  • Em uma viagem – principalmente internacional – é regra de ouro para a felicidade, fazer tudo o que se puder para evitar stress desnecessário.

Conclusões: 

A VIDA COMO ELA É: Em nossa viagem para a Itália, realizada em Maio/2017, ingressamos na Europa por Portugal, mais especificamente Lisboa. Em nosso processo imigratório, nada nos foi perguntado/solicitado, além do passaporte.

Estávamos com toda a documentação que mencionamos acima – inclusive o Certificado Internacional de Vacinação. E, apesar disso, não precisamos apresentar nada, nadinha.

Por outro lado, tivemos notícias de que viajantes brasileiros, ingressando pelo mesmo lugar, precisaram apresentar documentos (inclusive o CIVP), bem como responder a diversas perguntas.

É variável, pessoal. Infelizmente é!

E o que podemos fazer com relação a isso: nos prevenir, SEMPRE!

3) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: quando ir?   

Essa foi uma das perguntas que mais recebemos de vocês enquanto realizávamos nossa viagem para a Itália. Afinal, qual a melhor época para visitar este que, atualmente, é o nosso preferido no MUNDO?

Época boa, minha gente, é a época em que você pode viajar! É claro que a experiência para este destino em específico – as cidades que visitamos na Itália – fica melhor com uma temperatura mais amena, nem tão quente e nem tão fria, e, de preferência, sem chuvas.

Sobre a nossa viagem, especificamente…

A nossa viagem para a Itália aconteceu durante o mês de Maio. Chegamos por Veneza no dia 07/05, e fomos embora por Roma, no dia 20/05/2017.

A época por nós escolhida não poderia ter sido melhor: pegamos apenas 1 dia de chuva, e todos os outros dias de sol, com temperaturas que giravam em torno de 20 a 28 graus. Maravilhoso!

E, caso queira viver dias como os que nós vivemos, em matéria de clima, vá em Maio (Primavera), em Setembro (final do Verão) ou no início de Outubro (quando começa o Outono, e as paisagens ficam parecidas com aquelas dos filmes, sabe? Em tons de terra, se alternando com tons amarelados, ou seja, PURO AMOR! <3 ).

4) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: como definir as cidades do roteiro.  

Dentro do grande universo que é uma “viagem” na vida de alguém – sim, pra gente é sempre um acontecimento maravilhoso, que merece brindes e celebrações – a definição do roteiro é algo bem particular.

Os tipos de viajantes:

Há vários tipos de viajantes:

Os que querem gastar super pouco e passar por um monte de lugares – a famosa “Eurotrip”;

Os que tem um orçamento um pouco mais alto e, ainda assim, querem passar por um monte de lugares, no mesmo estilo “Eurotrip”;

E os que preferem, ao invés de passar por um monte de cidades/países, focar em algumas, apenas, e conhecer mais a fundo o que aqueles cantinhos tem a oferecer, seja qual for o orçamento: mais reduzido, ou um pouco mais folgado.

Na nossa opinião, as “Eurotrips” eram mais comuns quando os preços das passagens eram absurdos, e as chances de se conseguir embarcar para uma viagem como essa eram menores. Por isso, quando se tinha uma oportunidade, a ideia era “se jogar” e aproveitar tudo de uma vez só.

E atualmente? O que temos percebido com relação às Eurotrips?

No entanto, hoje em dia, com as passagens cada vez mais acessíveis – olha o PI aí, gente 🙂 ! – assim como as informações e dicas sobre onde ficar e o que fazer – fazendo com que se possa aproveitar melhor o tempo e o dinheiro, percebemos que as pessoas tem feito viagens mais curtas, e aproveitando para conhecer melhor cada um dos países que decidem visitar.

A nossa forma de viajar, particularmente, tem mais a ver com o último estilo.

Preferimos, em determinado espaço de tempo, escolher cidades que queremos muito conhecer, definindo o maior período possível para permanecermos em cada uma delas.

E foi assim que planejamos a nossa viagem para a Itália. Iniciamos mais ao Norte, em Veneza. Em seguida, fomos para Módena. A partir daí: Florença, San Gimignano, Siena, Montalcino, Pienza, Pompeia e Roma.

No decorrer do conteúdo, falaremos um pouco sobre a escolha de cada destino, sobre o tempo escolhido para nele permanecer, bem como suas opções de atrações, restaurantes e hospedagem.

As cidades que visitamos em nossa viagem:

Dia 1 – Veneza

Dia 2 – Veneza

Dia 3 – Veneza

Dia 4 – Módena

Dia 5 – Florença

Dia 6 – Florença

Dia 7 – Greve in Chianti / San Gimignano

Dia 8 – Siena

Dia 9 – Montalcino

Dia 10 – Assis / Pienza

Dia 11 – Pompeia / Roma

Dia 12 – Roma

Dia 13 – Roma

Dia 14 – Roma/Brasil

Dia 15 – Brasil

5) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: a escolha do meio de locomoção. 

5.1) A nossa escolha: O aluguel de um veículo na Itália.

Como estaríamos em 04 pessoas, definimos que o nosso meio de locomoção durante a viagem para a Itália seria o carro, alugado em uma das agências de nossa confiança.

Rodaríamos, aproximadamente, 1.000 km, e, como nos mudaríamos de cidade algumas vezes durante esse tempo, com trocas de hoteis e movimentação de malas, entendemos que essa seria a melhor opção, com melhor custo x benefício para todos nós!

Do dia 07 ao dia 10 de Maio, permaneceríamos em Veneza, que é uma cidade onde, definitivamente, não se precisa de carro.

E, pelo mesmo motivo, no dia programado para chegarmos a Roma, dia 17/05, poderíamos nos locomover a pé ou fazendo uso de transporte público, já que ali ficaríamos instalados até o dia de retornar ao Brasil (20/05).

Portanto, nosso período de permanência com o carro alugado foi de 10/05 a 17/05/2017, e, por um veículo intermediário, automático, com espaço para 5 pessoas e 04 malas grandes e quilometragem livre, pagamos, aproximadamente, 500 dólares, equivalentes, hoje, a R$ 1.600,00 (mil e seiscentos reais), ou R$ 228,50 por dia – menos de R$ 60,00 por dia, por pessoa.

“Como alugar carros no exterior?”

Nas ferramentas de busca/comparação de locadoras de veículos, como é o caso da Rentcars – empresa parceira do PI – existem muitas opções, para todos os gostos e bolsos.

Há carros mais baratos e mais caros, menores e maiores, com câmbio manual ou automático.

E, para que vocês tenham mais ou menos uma ideia, fizemos uma simulação na Rentcars para o mesmo período da nossa locação, só que no ano de 2018, e encontramos opções a partir de R$ 1.286,00, através da conhecida e confiável locadora Sixt:

Viagem para a Itália: como alugar um carro

Viagem para a Itália: como alugar um carro

“E quais são as vantagens de se alugar um carro com a ajuda de um comparador de tarifas no Brasil, como é a Rentcars – empresa de nossa confiança e parceira do PI?”

São muitas, dentre elas: (i) pagamento e confirmação online; (ii) ausência de cobrança de IOF; (iii) ausência de cobranças adicionais, com inclusão dos seguros obrigatórios no valor do pedido; (iv) possibilidade de seleção da melhor forma de pagamento: boleto bancário ou cartão de crédito; além de (v) possibilidade de parcelamento do valor da locação.

 

Pontos Importantes para Alugar um Carro na Itália:

Mas, ATENÇÃO: Qualquer que seja a locadora de veículos escolhida, e tenha sido a locação realizada diretamente com a locadora ou por meio de um comparador de tarifas, será necessário, no momento da retirada do carro, se atentar para alguns pontos importantes:

Idade Mínima Exigida:
  • Para dirigir no exterior, o ideal é que o condutor tenha, no mínimo 25 anos de idade, pois, assim, além de não sofrer com a aplicação de taxas extras, poderá alugar qualquer tipo de veículo, incluindo SUV, Van, Minivan, Conversível e Utilitário. Condutores de 21 (IDADE MÍNIMA EXIGIDA na maioria dos países) a 24 anos poderão dirigir.
  • No entanto, estão sujeitos à aplicação de tarifas locais adicionais. De acordo com o seu destino, faça SEMPRE a conferência da idade mínima para dirigir! Ah! E é importante que a CNH Brasileira tenha sido emitida há mais de 02 anos.
Documentação exigida para locação:
  • Com relação à DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA PARA LOCAÇÃO, em alguns países, apenas a CNH Brasileira, acompanhada de passaporte original do locatário e eventual condutor adicional, é necessária/suficiente para que se possa alugar um veículo e dirigir pelo país; o que não é o caso da ITÁLIA.
  • Lá, tanto para alugar um veículo, quanto para dirigi-lo pelas ruas do país, é necessário possuir/apresentar, além da CNH Brasileira válida e passaporte original, a Permissão Internacional para Dirigir (PID), igualmente válida.
  • Para tirar dúvidas sobre a documentação exigida para se dirigir em cada país – CNH ou PID, bem como para saber quais as providências necessárias à emissão dos documentos, procure o DETRAN do seu Estado.
A caução e o bloqueio em seu cartão de crédito:
  • Além do pagamento regular da locação (feito antecipadamente, ou no momento da retirada do veículo, de acordo com a sua escolha), ocorrerá também um BLOQUEIO NO CARTÃO DE CRÉDITO no momento da entrega do carro, bloqueio esse de valor variável, dependendo da locadora, do período do aluguel e da categoria do carro.
  • Portanto, é ESSENCIAL que você tenha um cartão de crédito com limite disponível para essa finalidade. Na nossa locação, o valor bloqueado em nosso cartão de crédito foi de EUR 400.
“Pra que serve o bloqueio realizado no cartão de crédito?” 
  • Você deve estar se perguntando: mas, se eu já paguei a locação do veículo, com a inclusão dos seguros obrigatórios (falaremos sobre isso adiante), qual a FINALIDADE DO BLOQUEIO?
  • O bloqueio serve para resguardar, financeiramente, a locadora de veículos, nada mais. Ao final da locação, o bloqueio é liberado, e aquele valor volta a fazer parte integrante do limite disponível em seu cartão de crédito.
Os seguros básicos da locação – Cobertura:
  • Quando você aluga um carro no exterior, fazendo uso de qualquer meio, além dos atributos regulares do veículo, de acordo com a sua escolha, estarão também incluídos, na maioria dos casos, os SEGUROS BÁSICOS DA LOCAÇÃO, quais sejam: furto ou roubo, além de danos e avarias ao veículo, decorrentes de colisão ou acidentes.
  • E, sempre que for necessário acionar qualquer um destes serviços provenientes do seguro, será preciso pagar uma franquia, variável de acordo com o carro e o período da locação, e que deverá ser confirmada com a locadora e constar de seu contrato, tudo isso a ser confirmado no momento da retirada do veículo.
Seguros e serviços opcionais:
  • Há também os SEGUROS e SERVIÇOS OPCIONAIS, que tem suas ofertas e valores variáveis de acordo com a locadora.
  • No nosso caso, junto à Avis, acabamos contratando: (i) redução de franquia, por 20 euros por dia, para não termos que pagar NADA, caso acontecesse algum tipo de intercorrência com o carro; e (ii) proteção de pára-brisas e vidros em geral, por 2 euros por dia.
  • Pra gente, vale sempre a máxima do “é melhor prevenir, do que remediar”.
  • Preferimos, neste caso, pagar um pouco a mais, para evitar uma possível dor de cabeça, caso nosso carro fosse roubado, furtado ou batido, ou ainda caso tivéssemos algum tipo de stress com pára-brisas e vidros, como a batida de uma pedrinha do mal, que pudesse vir a trincar o vidro do carro que, até então seria uma BMW.
“GPS da locadora – Vale a pena alugar?”
  • Ainda sobre serviços opcionais, um toque bem pessoal: se você pretende comprar um chip local, para uso de internet, NÃO ALUGUE O GPS OFERECIDO PELA LOCADORA.
  • É caro, e, com seu plano de dados, o Waze ou o Google Maps te ajudarão – e muito – na sua caminhada!
  • Outra dica marota: se você vai sair do aeroporto direto para a locadora de veículos, e de lá para o hotel, sem tempo de comprar o chip de dados nesse intervalo, já aproveite para traçar no Google Maps ou Waze, o caminho até a sua hospedagem – mapa offline – para que, ao pegar o carro, você não fique perdido!
Aluguel de veículos e as Categorias da Locação:
  • Quando você aluga um carro, você o ESCOLHE PELA CATEGORIA.
  • Portanto, não necessariamente o modelo que você vê na foto da locação, será o carro que você, efetivamente, retirará. No nosso caso, imaginávamos que alugaríamos uma BMW 218D, mas estávamos cientes de que poderia ser um similar. E foi.
  • O veículo que nos foi entregue foi um Citroen que mais parecia um pão de forma (super útil e espaçoso, com várias funcionalidades internas e muitas conexões para USB), mas um pãozinho de forma bem lindinho e amado, além de útil, e com espaço interno maravilhoso. A BMW nem fez falta! 😛 Hahahaha.
Viagem para a Itália: como alugar um carro

Viagem para a Itália: como alugar um carro

5.2) Outras maneiras de locomoção pela Itália.

Há como viajar para a Itália, fazendo o mesmo roteiro que fizemos, sem alugar um carro? Há. Sempre há.

No entanto, como o roteiro em questão envolve passeios por cidadezinhas pequenas, afastadas e, inclusive, muradas, a mobilidade através dos meios públicos de transporte pode ficar um pouco comprometida, fazendo com que o tempo não possa seja tão bem aproveitado.

O que muita gente faz, é começar por Veneza ou Roma, pegar um trem até uma cidade base da Toscana – geralmente Florença – e, a partir daí, definir um dia para cada uma das cidadezinhas da Toscana, chegando até elas também de trem.

Qual a nossa opinião pessoal sobre essa hipótese?

Sinceramente, essa não seria uma dica que daríamos a vocês com tranquilidade no coração.

Se o intuito da viagem é aproveitar o tempo e o dinheiro para ter uma melhor experiência, alugue um carro.

Mesmo que você esteja viajando sozinho, alugue um carro.

A tranquilidade e a comodidade desta opção, certamente, valerão a pena.

E, em questão de grana, o que se gasta por dia entre trens, ônibus e táxis, é equivalente, ou pouca coisa mais em conta do que o valor diário de um aluguel de veículo simples; sem contar o seu tempo, que é MUITO valioso, principalmente quando você está de férias.

6) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: como é dirigir?  

Quando estávamos pesquisando sobre a nossa viagem para a Itália, identificamos esse tópico como sendo um dos “terrores” dos viajantes brasileiros que e pretendem dirigir por lá. E, quando chegamos, pudemos entender o porquê.

Considerando nossa experiência, relataremos abaixo, de maneira resumida, os pontos de atenção:

6.1) Viajar para a Itália: Dirigindo na estrada.

Funcionamento do Waze na Italia:

  • O Waze, nas estradas, funcionou lindamente.
  • Além das melhores rotas, indicava, com perfeição, os limites de velocidade, e nos avisava, em tempo real, sobre as mudanças dos referidos limites (que, por muitas vezes, nos pareciam inacreditáveis: 50 km/h, por exemplo, em uma estrada que mais parecia um tapetão, logo depois de um trecho com velocidade máxima permitida de 130 km/h).
  • Portanto, pode utiliza-lo sem medo!

Limites de Velocidade e afins:

  • É obrigatório trafegar nas rodovias com os faróis acesos, tanto de dia, quanto à noite, inclusive nas estradas menos movimentadas.
  • Respeite o limite de velocidade, ainda que os italianos assim não façam.
  • E, da mesma forma, não beba e dirija. Estávamos em 4 pessoas e, nos passeios de vinícolas, escolhíamos sempre o motorista da rodada, que ficava responsável pela locomoção da turma naquele dia e, quando chegava ao hotel, tinha direito de beber, sozinho, uma garrafa de vinho! 😀

Como funcionam os pedágios?

  • As estradas maiores possuem cabines de pedágio (as menores estão isentas). E elas não funcionam como as nossas. Nas autoestradas da Itália, você não resolve tudo de uma vez só, em uma só cabine.
  • A cobrança é feita de acordo com o trecho rodado.
  • Assim, ao sair de uma cidade, e entrar em determinada rodovia, você retira um ticket.
  • E, de acordo com o caminho que for trilhar, ao passar por um ponto de saída de rodovia ou de cobrança, você insere aquele ticket que retirou no primeiro momento (não jogue fora, #pelamordedeus), e realiza o pagamento que pode ser, em quase 100% das cabines, em espécie (moeda ou cédula) ou através de cartão de crédito.
  • Se passamos por umas 10 cabines de cobrança, em apenas 2 delas verificamos a presença de um atendente, uma pessoa. Em todas as outras, o atendimento era feito no esquema “self-service”.

Fila do Telepass: NÃO VÁ!

  • Ainda com relação aos pedágios, muito cuidado! Não passe pelas faixas reservadas ao “Telepass” – geralmente indicadas pela cor amarela, a espécie italiana do nosso “Sem Parar”.
  • Vá sempre para as chancelas quase sempre indicadas pela cor azul, pois nelas você poderá fazer o procedimento que indicamos acima.
  • Se acabar entrando na faixa do “Telepass”, não se desespere. Você causará um pequeno tumulto (pois precisará dar ré e se dirigir à faixa correta), mas pra tudo tem solução!

Postos de Gasolina:

  • Há muitos postos de gasolina distribuídos pelas estradas. E a sinalização é excelente, com vários pontos de indicação, inclusive do número de quilômetros faltantes para se chegar a todos – ou quase todos – os postos dos próximos 100, 200 km da estrada.
  • Nos postos de gasolina, costumam ser disponibilizados dois tipos de abastecimento: o abastecimento “self-service” e o abastecimento com a ajuda de um frentista, este último, como já era de se esperar, mais caro do que o primeiro.
  • A maior parte dos veículos da Itália apresenta como combustível padrão, o diesel. Em Siena, quando fomos abastecer pela primeira vez, em 15/05/2017, o valor do litro do diesel era equivalente a EUR 1.34 .
  • Para abastecer no esquema “self-service”, funciona mais ou menos assim: você localiza a cabine de pagamento, observa e seleciona o número da bomba onde pretende que o abastecimento seja liberado, pré-paga um valor determinado (através de cartão de crédito ou espécie), e pronto! Vai até o seu veículo e incorpora o papel de frentista da vez!
Viagem para a Itália: Como abastecer em postos de gasolina.

Viagem para a Itália: Como abastecer em postos de gasolina.

6.2) Viajar para a Itália: Dirigindo nas cidades italianas e dicas sobre como estacionar.

Zonas de Tráfego Limitado:

  • Praticamente todas as cidades – muradas ou não – possuem zonas de tráfego limitado; e há placas espalhadas por todos os lados, para alerta-lo a este respeito.
  • Nestas áreas, apenas os moradores podem trafegar livremente.
  • E, na eventualidade de o seu hotel ficar em uma destas áreas, entre em contato antes, e solicite orientação sobre como proceder.
  • A equipe do hotel indicará onde estacionar, ou combinará com você algum tipo de autorização de exceção, para um horário determinado.
  • Se passar por uma destas áreas – o Waze, inclusive, costuma te colocar em algumas destas roubadas – você poderá ser multado e receberá em casa, no Brasil mesmo, uma multa para pagamento.

Estacionando nas ruas da Itália:

  • Para estacionar, procure sempre um Estacionamento Público, também conhecido como “Parcheggio Comunali”, e identificado com uma letra “P” bem grande. Estacionar na rua pode ser uma emoção a mais – que preferimos evitar.
  • Mas, se preferir viver essa emoção de estacionar nas ruas das cidades italianas, você precisará observar as cores das faixas pintadas no chão, desde que você, é claro, não esteja em uma Zona de Tráfego Limitado, na qual sequer é permitido entrar.
  • Vamos lá: a FAIXA BRANCA indica que se trata de vaga exclusiva para residente;
  • A FAIXA AMARELA, indica exclusividade para ambulâncias, autoridades, além de pessoas com mobilidade reduzida;
  • E, a faixa que indica o lugar onde você pode parar – A FAIXA AZUL – estará sempre próxima a algum parquímetro, onde poderá ser realizado pagamento com dinheiro vivo e, na grande maioria dos casos, apenas com moedas. Fique ligado!
  • Se for estacionar na rua – em um lugar permitido, por favor! rsrsrs – deixe sempre no pára-brisas do carro, na parte interna do veículo – o comprovante de pagamento do estacionamento, de acordo com as horas em que pretende permanecer por ali.
  • Lembre-se: se for ultrapassar o número inicialmente previsto de horas, volte para renovar o pagamento, antes do vencimento do prazo inicial.

Dicas com relação às cidades muradas, como são as cidades da Toscana pelas quais passamos:

  • Dica de ouro para as cidades muradas: quando estiver se dirigindo para o seu hotel pela primeira vez, e caso ele esteja localizado no centro histórico – ou seja, para o lado de dentro do muro, na área com trânsito proibido para veículos – procure no mapa o estacionamento mais próximo, e peça que o Waze ou Google Maps te leve até este estacionamento, e não ao hotel, especificamente, para não correr o risco de entrar em uma área proibida.
  • Ainda com relação às cidades muradas: você estacionará a uma certa distância do seu hotel, e precisará, muito provavelmente, caminhar por uns 5, 10 ou até mesmo 15 minutos.
  • Já pensou fazer esse caminho, por ruas de pedras, carregando malas e malas pesadas, quando estiver chegando pela primeira vez, procurando pelo local de sua hospedagem? Sim, nós fizemos.
  • E é péssimo! Portanto, #ficadica: tente levar o mínimo possível de malas! Se conseguir, viaje apenas com uma mala de mão! É possível, ainda mais em épocas quentes, como o verão e a primavera!

7) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: como é a comunicação?

Outra campeã no quesito “dúvida dos seguidores do PI”, durante a nossa viagem para a Itália.

Muitos de vocês nos perguntaram como se dava a comunicação:

“Em uma viagem para a Itália, é preciso falar italiano, ainda que minimamente?”

Não!

O que nós gostávamos de falar, até mesmo para introduzir/manter as conversas em um tom bem amigável e de respeito aos anfitriões do país, eram as expressões básicas como: “Ciao” – Oi e tchau; “Grazie” – Obrigado; “Grazie Mille” – Muito obrigado; “Per Favore” – Por favor; e algo muito utilizado nos restaurantes – afinal, comíamos o tempo todo hahaha – era: “Il Conto, per favore!” – A conta, por favor.

“Eles são simpáticos? Recebem bem os brasileiros?” 

Nas cidades maiores e com graaaaande fluxo de turistas como Veneza, Roma e até mesmo Florença, percebemos uma certa “impaciência” por parte dos italianos atendentes de lojas, restaurantes e demais estabelecimentos.

Já nas cidades menores da Toscana, uma fofura sem fim fazia parte dos diálogos com os italianos com os quais conversávamos, seja para fins comerciais, ou apenas para fins sociais.

Para vocês terem uma ideia, em San Gimignano fomos a uma Bruschetteria, a “Echoes”, na qual pudemos receber um dos melhores atendimentos da vida toda!

O dono, um italiano raiz, fez questão de conversar com a gente o tempo todo, mesmo sabendo quase nada de inglês. E, ao final, fomos presenteados com um vinho do Chianti, que teve um significado muito especial na nossa viagem!

Mas, no geral, fomos super bem tratados – brasileiros são muito queridos em qualquer lugar do mundo – e voltamos com uma excelente impressão da Itália e do povo italiano.

Ainda nas cidades mais turísticas, apesar da impaciência de alguns locais, não fomos destratados em lugar nenhum!

“Em uma viagem para a Itália, é possível se comunicar em inglês?” 

Sim! Totalmente possível. Foi assim a nossa comunicação em todas cidades da Itália que visitamos.

Os locais estão bem preparados para nos receber e conversar nesta que, mesmo sem querer, é uma linguagem quase universal, né?

Até mesmo nas cidades menores, percebemos que havia, em cada lugar, pelo menos uma pessoa preparada para conversar em inglês com os turistas.

“E se eu não falo nada de inglês, mesmo assim consigo realizar uma viagem para a Itália?”

Não só para a Itália, mas para qualquer lugar do mundo, desde que você tenha paciência, bom humor e jogo de cintura.

Não é fácil ultrapassar a barreira da língua.

Mas, se você estiver disposto, e a sua vontade de viajar for maior do que o seu medo e aflição pela dificuldade de se expressar e entender o que estão tentando te dizer, se joga! Mete o pé, que esse mundo é grande e lindo demais para te travar por não falar inglês!

8) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: como é o acesso à internet?

Durante a nossa viagem pela Itália, fizemos uso de duas operadoras locais, quais sejam: a TIM e a Vodafone. Compramos chips das duas operadoras, para termos condições de repassar a vocês as nossas impressões sobre cada uma delas.

A Vodafone teve uma performance um pouco melhor nas cidades menores da Toscana.

Mas, em resumo, foi a TIM a operadora com prestação de serviço mais satisfatória, com cobertura 4G verificada em, pelo menos, 90% dos lugares onde estivemos, inclusive estradas e pontos mais longínquos, como as vinícolas, por exemplo.

“Como comprar um chip pré-pago na Itália?”

Comprar um chip pré-pago na Itália é muito simples. Compareça à loja mais próxima de você (faça a busca pelo Google Maps), portando passaporte original, o seu celular (para que o atendente já faça a instalação pra você), e a forma de pagamento escolhida.

“No aeroporto, eu encontro?” 

Você pode, ainda, comprar seu chip logo que desembarcar no país.

A maioria dos aeroportos possui lojas próprias ou quiosques das operadoras em questão. Mas, certamente, o valor da loja do aeroporto será um pouco mais elevado do que o preço de uma loja de rua.

As diferenças de valores de planos de uma cidade pra outra:

Outra percepção que tivemos foi a diferença de valores e planos de uma cidade para outra.

Em Veneza – onde compramos o nosso chip – os preços eram mais elevados do que nas demais cidades, porém, com a contrapartida do plano melhor em quantidade, com um grande número de GB disponível no plano de dados!

Apenas para ilustrar o que estamos dizendo, vamos aos valores:

  • Na loja da TIM em Veneza, escolhemos (i) o plano de 30 GB de dados, por 30 dias, por 30 euros. Mas havia também outra possibilidade: (ii) 4 GB de dados, mais 100 minutos de ligação para diversos países, dentre eles o Brasil, pelos mesmos 30 euros.
  • Na loja da Vodafone em Veneza, as opções eram: (i) 500 minutos em ligações para diversos países, dentre eles o Brasil, mais 4 GB de dados por 20 euros; ou (ii) 500 minutos em ligações para diversos países, dentre eles o Brasil, mais 6 GB de dados por 30 euros. Nossa escolha na Vodafone, como já estávamos com o plano “bombado” da TIM, foi o pré-pago mais barato, de 20 euros.

Ponto importante:

O chip comprado na Itália não funciona nos outros países da Europa, hein?! Fiquem ligados nisso! 😉

9) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: “como me comportar com relação às gorjetas?”

Gorjetas não são exigidas na Itália. Mas, como em qualquer lugar do mundo, independentemente da exigência, são muito bem vistas.

Assim, se o atendimento foi bom, e caso você queira agradecer o garçom de um estabelecimento com um “agrado” financeiro, algo em torno de 10 a 15% equivale à média do que é normalmente praticado.

10) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: “como escolher a minha hospedagem, e o que significa a taxa de estadia?”

Sobre a hospedagem, falaremos mais especificamente adiante, no detalhamento de cada cidade por onde passamos/nos hospedamos.

Mas, o que já podemos adiantar é que realizamos todas as nossas reservas de hoteis através do Booking – CLIQUE AQUI PARA TER ACESSO ÀS OPÇÕES – e levamos em consideração critérios como: localização; preço; qualidade do wi-fi; comentários de outros viajantes; além das fotos das áreas comuns e acomodações, principalmente os quartos e banheiros.

Com relação à taxa de estadia, é algo que passou a ser cobrado em algumas cidades da Itália no ano de 2011, e implica no pagamento de EUR 1 a EUR 5 a mais por diária, pela ocupação do quarto.

E o que impacta no valor, definindo que ele seja menor (EUR 1), intermediário (EUR 2 a EUR 4) ou maior (EUR 5), é  o conjunto de alguns critérios como: o tipo de acomodação; o número de estrelas do hotel; e o número de pessoas na reserva.

Durante a nossa estadia, fomos cobrados da referida taxa em Florença, Roma, Siena e Veneza.

11) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: impostos e reembolsos. 

Assim como acontece nos demais países da União Europeia, os não-residentes que realizarem COMPRAS DE PRODUTOS NA ITÁLIA durante o período da viagem, tem direito a receber, no momento de sua saída, o reembolso do IVA (Imposto de Valor Agregado), desde que relativo a compras de, pelo menos, EUR 154.95 na mesma loja, no mesmo dia.

Esse valor de compras é variável, de país para país. E, é importante lembrar que o valor de EUR 154.95 por loja, no mesmo dia, aqui mencionado, é equivalente apenas às compras realizadas nas cidades italianas, ok?

O valor a ser reembolsado varia de acordo com os valores das compras e porcentagens pré-fixadas por cada empresa responsável pelo reembolso. Mas, em média, recebe-se de 15% a 18% de volta!

Quer saber como proceder para ter direito ao reembolso? Vamos lá!

Os procedimentos iniciais do reembolso:

  • O primeiro passo é saber se a loja onde você pretende realizar suas compras é participante do programa “Tax Free”.
  • Geralmente, nas vitrines das participantes há adesivos com a expressão. Ou, então, se não estiver claro para você, pergunte a algum atendente da loja, que certamente saberá lhe informar.
  • Fique atento ao valor mínimo para reembolso. Lembrando que, na Itália, o valor mínimo exigido, por dia, por loja, é de EUR 154.95.
  • Antes de realizar o pagamento, informe que você deseja o preenchimento do formulário relativo ao “Tax Free”.
  • Para preenchimento, o funcionário precisará de alguns de seus dados, dentre eles, o número do seu passaporte.
  • Portanto, se não estiver portando o documento original, ande sempre com uma cópia, ou pelo menos com uma foto em seu celular, não só por questões de compras, mas principalmente por questões de segurança e identificação.
  • Com o formulário preenchido/autenticado pela loja – ELE É IMPRESCINDÍVEL – a loja lhe entregará um envelope.
  • Aproveite para guardar nele, além do formulário, o recibo original de compra, já que você precisará apresentar toda essa documentação à alfândega, quando estiver indo embora, e caso pretenda reaver algum valor de volta.

“E quando estiver indo embora da Europa? Como fazer para conseguir o reembolso das compras – Tax Free?”

  • Se a Itália não é o seu último destino na Europa, você precisará guardar todos os envelopes (contendo formulários + recibos), para apresentar à alfândega do último país, ou seja, por meio do qual você dirá “TCHAU” à União Europeia.
  • Além disso, nos produtos que desejar receber reembolso, mantenha as etiquetas afixadas pela loja. Isto pode ser exigido pela alfândega, caso lhe seja solicitada a apresentação dos produtos adquiridos para conferência.
  • Chegue ao aeroporto com, pelo menos, 2 ou 3 horas antes do horário que chegaria normalmente para o embarque (já considerando aquelas horinhas de antecedência de praxe que todo mundo precisa observar nos embarques internacionais).
  • As filas da alfândega costumam ser enormes!
  • Observe o horário de funcionamento das alfândegas dos aeroportos. Alguns – a grande maioria – funcionam 24 horas. No entanto, em outros casos, há horário de funcionamento reduzido e, assim, poderá haver incompatibilidade entre o horário do seu voo e o horário da alfândega.

“Cheguei ao aeroporto. E agora?”

  • No aeroporto, será necessário realizar dois passos de procedimentos para receber seu imposto de volta:
  • 1 – Você precisará se dirigir à alfândega, para apresentar, além do passaporte e da sua passagem comprovando que irá sair da União Europeia, os envelopes das lojas, contendo, além dos formulários, os recibos originais de compra.
  • Também na alfândega, você poderá ser intimado a apresentar os produtos dos quais está requerendo reembolso. E, assim, esteja com tais produtos em mãos, com fácil acesso, para tornar o procedimento mais fácil, rápido e menos estressante;
  • 2 – com a validação, pela alfândega, das suas solicitações, dirija-se às agências de câmbio/empresas terceirizadas (informe-se no aeroporto, e na própria Alfândega sobre quais são), para recebimento do dinheiro.
  • Se você realizar o procedimento de conferência de alfândega no salão de check-in (antes da sala de embarque), feitas as conferências/validações, será possível despachar os itens conferidos juntamente com o restante da sua bagagem.
  • Na agência de câmbio/empresa terceirizada, não será necessário apresentar as mercadorias novamente, mas tão somente o passaporte, a passagem e as notas/formulários validados.

Cumpridas todas as etapas? Chegou a melhor hora: a de reaver o seu din din!

Se você chegou até aqui, PARABÉNS! 🙂

  • Se conseguir cumprir todas essas etapas (que mais parecem um jogo de tabuleiro hahaha), parabéns! Você receberá, de volta, uma boa parte do seu dinheiro gasto com compras de produtos!
  • Só mercadorias que estiverem saindo da União Europeia, hein? Serviços e mercadorias consumidos durante a sua viagem não serão reembolsados!
  • Da mesma forma, o reembolso não se aplica a livros. No entanto, eventuais compras de livros podem se destinar à somatória para alcance do valor mínimo de compra em determinada loja, caso exista, na mesma nota, outros produtos qualificáveis para reembolso de IVA.

12) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: como é a alimentação? 

 

“Como é a alimentação na Itália? Veganos, vegetarianos, celíacos, inclusive, conseguem se alimentar bem?” 

A resposta é: seja qual for a sua preferência ou restrição alimentar, você comerá MUITO bem na Itália!

Todos os restaurantes apresentam opções variadas, com bastante inclinação para menus mais saudáveis, cheios de ingredientes frescos e selecionados.

Até mesmo nos estabelecimentos mais simples, percebemos o cuidado que eles possuem com a alimentação. Comer é mais do que uma obrigação, é um ato de amor, de entrega.

Os tomates da Itália: um caso de amor

Você nunca mais conseguirá comer tomates em qualquer outro lugar do mundo, sem se recordar dos tomatinhos delícia que irá experimentar em todo restaurante italiano em que você vier a pisar e pedir algo que contenha esse ingrediente.

O tomate é tão doce e tão suculento, que parece de mentira!

Viagem para a Itália: a alimentação.

Viagem para a Itália: a alimentação.

O azeite da Itália: um caso de amor, parte II

Outra coisa. O melhor azeite que já tivemos a oportunidade de comer, na vida, mora na Itália. Na verdade, alguns exemplares moram hoje no Brasil, mais especificamente em Belo Horizonte, já que fizemos questão de prolongar esse gostinho por aqui.

O tipo do azeite que amamos por lá – e trouxemos pra cá – é o azeite frutado, mais docinho. Que delícia!

Os pães da Itália: um caso de amor, parte III

Mais um ponto a observar: os pães, ah os pães! <3 Frescos, sempre quentinhos e com aquele jeito natural de fermentar, que faz com que o produto final fique aerado, macio, e ao mesmo tempo crocante. É ver – ou melhor, comer – pra crer!

Ah! Sabe aquele ato recriminado por nossas mães e avós, de passar o pão no prato com molho que sobrou de uma massa deliciosa, quando somos visitas na casa de alguém?

Então! Na Itália, usar o pãozinho pra aproveitar até a última “gota” da comida é mais do que aceitável, é tido como um elogio ao cozinheiro! Quer coisa melhor do que isso, gente? Viver sem frescuras: impagável!

Viagem para a Itália: Como é a alimentação.

Viagem para a Itália: Como é a alimentação.

As trufas da Itália – um caso de amor, parte IV

Ah! Se você gosta de trufas, a Itália é o seu lugar! Todo restaurante apresenta pelo menos duas ou três opções de pratos trufados. E não pense que estamos falando daquele azeite aromatizado de trufas, com o qual estamos acostumados aqui no Brasil.

Estamos falando da trufa in natura, que é trazida ao seu prato como se fosse um queijo parmesão ou pecorino, para ser ralado ali mesmo, na hora, na sua frente. Jesus, apaga a luz! 😛

Viagem para a Itália: Como é a alimentação.

Viagem para a Itália: Como é a alimentação.

Vin Santo com Cantucci – um caso de amor, parte V

Mais uma coisa que nos marcou na Itália, especificamente na Região da Toscana: o Vin Santo com Cantucci. Nada mais do que um vinho de sobremesa, acompanhado por um biscoito que lembra o nosso biscoito “Champanhe”, sabem?

Mas, por mais que tentem imaginar, podemos garantir que é bem mais do que isso, pois guarda toda a tradição desse cantinho do mundo, além de histórias contraditórias sobre sua origem.

A versão preferida por lá, é a de que seria uma bebida santa, usada no século XIV por um frade franciscano de Siena, que usava o vinho que sobrava das missas para tratar doentes da peste, alcançando curas milagrosas.

O que é certo, no entanto, é que essa era uma pedida “de lei” nos restaurantes que frequentamos.

Ao final da refeição, por mais roliça que ela tivesse sido, havia sempre espaço pra combinação Vin Santo + Cantucci! Rsrsrsrs #saudades

Tradicional Sobremesa Toscana - Vin Santo com Cantucci

Viagem para a Itália: Como é a alimentação.

Os vinhos da Itália – um caso de amor, parte VI

Não podemos deixar de falar, também, da infinidade de vinhos que tivemos o prazer de experimentar durante todos esses dias de viagem para a Itália.

Na Toscana, principalmente, provamos alguns dos melhores exemplares da bebida da nossa vida!

Em cada cidade que será abordada adiante, falaremos um pouco mais sobre as nossas escolhas e opções, dentre elas os vinhos da Região do Chianti, além dos famosos tintos Brunello e Rosso Di Montalcino, além, é claro, das vinícolas por nós visitadas, bem como que fazer para trazer, com segurança, algumas garrafas para o Brasil!

Os sorvetes da Itália – um caso de amor, parte VII (sim, nosso coração é grande, e tem espaço de sobra pra todos esses amores! Rsrsrs)

E, por fim, e não menos importantes, os sorvetes! Que delíciaaaaa! “Gelatos” com cremosidade e sabor sem iguais!

Quando formos falar de cada cidade de destino, especificamente, nos aprofundaremos neste assunto, que é unanimidade quando se fala em uma viagem para a Itália, né?

Gelato Italiano

Viagem para a Itália: Como é a alimentação.

13) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: a organização financeira, o valor estimado de gastos, e qual o meio de pagamento mais indicado. 

Um assunto campeão, bastante abordado por vocês nas dúvidas que nos enviaram sobre nossa viagem para a Itália, está relacionado aos nossos gastos durante a viagem:

  • “quanto se gasta, por dia, para comer, se locomover e se transportar?”;
  • “qual a melhor forma de pagamento para se adotar durante a viagem: dinheiro em espécie, cartão de crédito/débito?”, dentre outras.

Também neste ponto, cada viagem é uma.

O modo de gastar é particular, inerente ao tipo de viajante, ao orçamento disponível, ao tempo de viagem, e tantas outras variáveis.

Mas, no intuito de clarear um pouco a mente de quem planeja realizar um roteiro como o que fizemos em Maio/2017, iremos falar sobre alguns pontos que, pra nós, foram – e são – super importantes.

13.1 – “Qual meio de pagamento mais indicado em uma viagem para a Itália?” “Dinheiro em espécie?” “Cartão de crédito?” “Cartão pré-pago?”

Neste tópico, a primeira dica é: nunca dependa de uma única forma de pagamento, quando estiver em viagem para a Itália, ou para qualquer outro lugar do mundo.

Nunca leve apenas dinheiro em espécie, ou apenas cartão de crédito, ou apenas cartão pré-pago de débito.

Como dissemos, esta é uma dica que deve ser aplicada não só ao destino “Itália”; mas a todos os destinos internacionais para os quais você pretender viajar!

Você estará longe, tratando com pessoas em uma língua que não é a sua, sem a facilidade de ter familiares/amigos por perto, dispostos a te ajudarem. Portanto, toda a precaução que puder ter para evitar experiências traumáticas, tenha!

Cartão de débito pré-pago. Ainda vale a pena?

Antes da incidência do IOF sobre as operações realizadas com cartão de débito pré-pago, esta era a melhor opção para “carregar” dinheiro para o exterior.

Isso porque, além da facilidade de pagamento mediante a apresentação do plástico e de uma senha, sem a necessidade de ficar carregando moedas e se preocupando com troco; estava envolvida a segurança de não ter que andar com dinheiro em espécie, correndo o risco de perder, de ser furtado, etc.

Mas, com a mudança nas regras brasileiras, este tipo de meio de pagamento, hoje, não apresenta vantagens financeiras em relação ao cartão de crédito.

Pelo contrário, chega a ser a pior opção, sob esta ótica, já que, com ele, você não consegue acumular milhas/pontos, que poderão ser convertidos em viagens futuras, lembram? 🙂

Qual a melhor opção?

Para evitar os impostos sobre operações financeiras (IOF), o mais indicado é:

Faça o câmbio no Brasil e LEVE A MAIOR PARTE DA QUANTIA EM ESPÉCIE MESMO, tomando cuidado, é claro, para não perder e para não ser furtado, o que, certamente, além de lhe deixar chateado, poderia vir a comprometer a sua programação inicial.

Antes de fazer a troca do nosso dinheiro aqui no Brasil, realizamos PESQUISAS EM CASAS DE CÂMBIO DE NOSSA CONFIANÇA, E SEMPRE PERGUNTAMOS QUAIS TIPOS DE DESCONTOS ESTÃO VIGENTES, e qual a melhor cotação que pode ser aplicada à nossa operação financeira.

Este tipo de conversa, na maioria esmagadora das situações, abre campo para uma negociação verdadeira, e vantajosa para ambas as partes interessadas: você, que quer comprar a moeda pela melhor cotação; e para a casa de câmbio, que está super a fim de vender.

Não há uma situação em que não tenhamos conseguido, como pessoa física mesmo – sem sequer mencionar o nome do Passagens Imperdíveis – negociar.

As casas de câmbio possuem margem de negociação, e estão sempre dispostas a chegar a um meio termo.

E os cartões de crédito? Onde ficam nessa história?

E, além do dinheiro, em todas as nossas viagens, LEVAMOS SEMPRE CARTÕES DE CRÉDITO DE BANDEIRAS E LIMITES DE COMPRA DIVERSOS. Isso mesmo.

Levamos sempre um cartão Visa, outro Mastercard, além do nosso American Express, que é onde concentramos a maior parte das nossas compras, por ser o nosso cartão de crédito mais vantajoso para acúmulo de milhas/pontos.

Sabemos que pode parecer exagero, mas primamos sempre pela prevenção.

E, durante as nossas idas e vindas, já passamos pelas mais diversas situações, inclusive a não-aceitação, por alguns hoteis, lojas, restaurantes e atrações, de determinadas bandeiras de cartão de crédito.

Na Itália, inclusive, muitos – quase 80% dos lugares – não aceita AMEX. Simples assim. Não aceitam.

Portanto, em nossa viagem para a Itália, se tivéssemos levado apenas o nosso AMEX e o dinheiro em espécie, teríamos deixado de fazer algumas coisas, pelo simples fato de não termos conhecimento dessa informação com antecedência.

A sorte é que havíamos adotado o nosso procedimento padrão de viagem internacional, que é o de carregar 3 tipos de cartões de crédito em nossa carteira.

Visa e Mastercard são bandeiras aceitas com mais frequência, e sem muitas restrições.

Quais são as vantagens e desvantangens dos cartões de crédito?

O cartão de crédito apresenta a desvantagem do câmbio flutuante (no nosso caso, em todos os nossos cartões, a cotação do dólar a ser aplicado às compras realizadas, é aquele do dia de fechamento da fatura.

Portanto, no cenário atual do nosso país, é sempre uma surpresa); além, é claro da incidência do IOF de 6,38% sobre as compras realizadas no exterior.

Por outro lado, as mesmas compras realizadas (sobre as quais serão aplicados os 6,38% de IOF, além da sujeição à taxa variável de câmbio), serão convertidas em milhas/pontos, que virarão benefícios para as suas próximas viagens, como por exemplo, passagens emitidas mediante uso dos pontos, e pagamento de taxa embarque, apenas.

Além disso, há serviços que não se consegue contratar sem a apresentação de crédito, como por exemplo: o aluguel de um veículo; e até mesmo a reserva/permanência em um hotel, já que, ambas as empresas – locadoras de veículos e hoteis – no momento da retirada/check-in, solicitam a apresentação de um cartão de crédito garantidor ou caução.

EM RESUMO: seja em uma viagem para a Itália, ou para qualquer outro destino internacional, procure levar a maior parte do seu dinheiro em espécie; mas tenha, SEMPRE, um, dois ou três cartões de crédito de apoio, para que você possa se programar, conforme os acontecimentos da viagem.

13.2 – Viagem para a Itália: quanto levar?

É relativo, pessoal. Muito relativo! Tudo depende do quanto você pode/está disposto a gastar, e do tipo de viagem que você pode/quer fazer.

Os destinos da Europa, como é o caso da Itália, possuem uma GRANDE vantagem em relação aos demais destinos do mundo. Caminhar pela rua é grátis, e é um SUPER programa, uma aula de história a céu aberto, um grande presente para os olhos e para a ALMA!

Portanto, qualquer que seja o seu orçamento, se a sua filosofia de vida for a mesma que a nossa, VÁ!

Pensamos que viajar, para qualquer lugar que seja, com qualquer orçamento que seja, é SEMPRE enriquecedor. Assim, se for pra gastar mais ou menos, sempre terá valido a pena!

O intuito da nossa viagem para a Itália

A nossa viagem para a Itália tinha, além do intuito profissional, de compartilhar com vocês a nossa experiência através do PI – um cunho pessoal. Era uma viagem de lua de mel. Não a primeira lua de mel, nem a última.

Mas uma viagem que foi bastante sonhada e planejada. Por isso, nosso orçamento, nesse caso, era um pouco maior do que aquele que costumamos definir em uma viagem regular.

Falaremos, aqui neste tópico, não dos custos agregados aos custos fixos, como aluguel de carro, combustível, hospedagem. Falaremos, exclusivamente, de alimentação e lazer, ok?

Na Itália, se come e se passeia o tempo todo. Nas cidades maiores, como Veneza, Florença e Roma, há mais atividades culturais e pagas disponíveis.

Mas, nas cidades pequenas da Toscana, os programas pagos são menos numerosos, e o que você vai fazer, na maior parte do tempo, será caminhar, se perder por ruas e vielas, admirar a beleza da natureza e da história do lugar, tirar muitas fotos de tirar o fôlego, e, é claro, comer.

Neste orçamento, vamos considerar alguém que se hospedou em um hotel com café da manhã – e não terá que gastar com essa refeição; além de um viajante que, assim como nós, não faz questão de almoçar E TAMBÉM jantar formalmente: prefere escolher uma destas duas grandes refeições para fazer com tranquilidade.

O que queremos dizer com isso?

Que, quando estamos em viagem, preferimos escolher apenas uma refeição do dia para ser a nossa maior, aquela em que nos sentaremos à mesa com calma, tranquilidade; na qual escolheremos um menu degustação, com entrada, prato principal e sobremesa, além de um bom vinho para acompanhar.

E, no nosso caso, esta refeição feita no modo “slow food, slow life” é sempre o jantar.

Costumamos, sempre que possível, nos hospedar em um hotel com um bom café da manhã; comprar, nos supermercados locais, lanchinhos para comer durante o dia, e, apenas no jantar, escolhermos um restaurante que queremos muito ir, que queremos muito visitar.

“Afinal de contas, quanto vocês gastaram?” 

Considerando a nossa experiência durante estes 14 dias em território italiano, podemos dizer que, com um orçamento de 150 a 180 euros, por dia, por pessoa, é possível comer e beber MUITO BEM, além de passear BASTANTE, realizando todas as principais atividades pagas e não pagas, e tomando bastante sorvete. Rs.

Você pode fazer uma viagem para a Itália gastando muito mais ou muito menos? É claro que sim! Mas, como dissemos, estamos compartilhando com vocês aquilo que imaginamos que seja o indicado para realizar uma viagem com programação semelhante à nossa.

“Dá pra gastar menos, então?”

Você pode também, tranquilamente, fazer uma viagem para a Itália gastando 50 euros por dia, por pessoa, destinando, por exemplo, 25 euros para as atrações pagas; realizar outras atividades e passeios gratuitos; e outros 25 euros para comer, optando por lanches rápidos ou pratos de 7, 8, 10 euros em restaurantes mais populares.

É tudo questão de planejamento e disponibilidade!

Na programação que compartilharemos com vocês sobre este encantador destino: a Itália, de cada um de nossos dias, em cada umas das cidades pelas quais passamos, falaremos mais especificamente de algumas opções de restaurantes e atrações, além de dicas para economizar dinheiro, inclusive nos passeios e atrações.

14) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: considerações importantes sobre o destino e observações gerais sobre a viagem. 

 

Com relação à atual SITUAÇÃO ECONÔMICA E POLÍTICA:

Do ponto de vista econômico, o país vem sofrendo bastante.

A recessão não tem previsão para terminar, principalmente pela divisão e desunião dos governos. Silvio Berlusconi, ex-primeiro ministro, condenado por fraude fiscal em 2013, continua a garantir que o seu partido (Povo da Liberdade – PDL) seja o mais popular da Itália.

Com relação à RELIGIÃO: 

A maioria esmagadora da população é composta por católicos, mais especificamente 91% dos italianos.

Com relação às INFLUÊNCIAS ARTÍSTICAS:

o período mais marcante é, sem sombra de dúvidas, a Renascença ou Renascimento, marcada por Botticelli, Leonardo Da Vinci e Michelangelo.

Com relação à ELETRICIDADE em uma viagem para a Itália:

a Itália adota o padrão europeu de 220-230V.

E, com relação às tomadas brasileiras de 2 pinos, funcionam por lá sem a necessidade de adaptador especial. Já para as tomadas de 3 pinos, o ideal é que você leve um “T”, também conhecido como “Benjamim”, como exemplificamos nas fotos abaixo:

Viagem para a Itália: funcionamento de tomadas e eletricidade

Viagem para a Itália: funcionamento de tomadas e eletricidade

Com relação à HORA LOCAL em uma viagem para a Itália:

O horário oficial da Itália é o GMT +1. Portanto, como no Brasil, o GMT é equivalente a -3, a diferença, em período regular (sem horário de verão em ambos os lugares) será de 4 horas a mais em território italiano.

Com relação à SEGURANÇA em uma viagem para a Itália:

Durante todos os dias em que estivemos viajando, nos sentimos MUITO seguros, qualquer que fosse o horário em que nos encontrássemos na rua: pela manhã, durante o dia, à noite e até de madrugada.

Não vimos nada que nos amedrontasse, nenhuma ameaça de situação de perigo, sequer. Viajamos em casal.

Mas, conversamos com mulheres que já viajaram sozinhas pra lá, e a impressão foi a mesma que a nossa: segurança total.

Com relação à ACESSIBILIDADE em uma viagem para a Itália:

Para viajantes com dificuldades de locomoção, a Itália, infelizmente, não é uma opção muito tranquila.

Em todas as cidades pelas quais passamos, identificamos ruas de paralelepípedo e com terreno irregular; além de muitos prédios históricos, com muitas escadas e sem elevadores.

É possível viajar pra lá, com condições mais limitadas de mobilidade?

Sim!

No entanto, é bom que o viajante tenha conhecimento de que poderá deixar de conhecer alguns pontos, ou ter um pouco mais de dificuldade para alcançar outros.

O site oficial de turismo da Itália traz diversos links para viajantes com esse tipo de limitação: CLIQUE AQUI PARA ACESSAR. 

15) Aproveite melhor a sua viagem para a Itália: curiosidades sobre o país e o seu povo. 

 

A Itália e os fumantes

  • A Itália ainda possui muitos fumantes, cerca de 22% da população. Mas, desde 2005, por força de Lei Federal, é proibido fumar em espaços públicos fechados.

Taxa de Natalidade

  • Em uma viagem para a Itália, você perceberá que há poucas crianças por lá, sendo sua taxa de natalidade uma das menores de toda a Europa.

Na casa dos pais

  • É comum ver italianos saindo da casa de seus pais apenas depois dos 34 anos. Com a alta taxa de desemprego nacional, a dificuldade de caminhar com suas próprias pernas, financeiramente falando, é assunto recorrente para os jovens da Itália.

Costumes: o café da manhã italiano

  • Na Itália, o café da manhã costuma ser básico, composto por uma variação de café (“espresso”, “capuccino” – expresso com leite vaporizado, ou “caffè latte” – café com leite); acompanhado por um básico matinal, como um pão ou um folhado doce ou salgado, como a tradicional “crostata”, uma massa amanteigada com a geleia de sua escolha.

Itália e vinho, tudo a ver

  • Uma refeição desacompanhada de vinho, na Itália, é algo que causa espanto. Pra eles, é natural a escolha da bebida alcóolica para acompanhamento de um prato, tanto quanto é a pedida de um copo d’agua.
  • Algo muito comum de ser oferecido nos restaurantes italianos é a opção de “vinho da casa”, que nada mais é do que um vinho jovem, descomplicado, pronto para ser degustado, e, em quase 100% dos casos, muito mais barato do que qualquer outra opção da carta de vinhos.

A Itália e os Patrimônios da Humanidade

  • A Itália é o país com maior número de Patrimônios da Humanidade da UNESCO no mundo.

A abundância de água na Itália

  • A água na Itália é super abundante. Pelas ruas, há fontes de água mineral espalhadas, e existem muitas bicas com água potável sempre fresca. Use e abuse da água para encher sua garrafinha!

Não achou o registro da torneira ou da descarga? A gente te ajuda!

  • Em um banheiro público, se você estiver de frente para a pia e não encontrar o registro para abrir a água da torneira, olhe para o chão! Muitos sistemas de abastecimento de água são acionados através de pedais.
  • Os de cor azul, representam a água fria, e os de cor vermelha, a água quente.

Pronto! Se prestar atenção nestas dicas, e fazer o possível para se precaver, você já estará a um passo de uma incrível viagem para a Itália: este surpreendente e encantador destino, que te faz ir embora de lá, já pensando em quando voltará!

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  • andrea

    muito bom!!!!!!!!!!!!!!!!
    Parabéns

    • passagensimperdiveis

      Oi, Andrea!

      Ficamos muito felizes por ter gostado!

      Um grande abraço!

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