Roteiro pela Toscana: 06 dias nas cidades de Florença, Greve in Chianti, San Gimignano, Siena, Montalcino e Pienza.

27-06-17 às 8:01 am Nenhum comentário

Por Patricia do Carmo Guedes e Jairo Santos de Jesus    –    Sabe aquele sonho de adolescente, de conhecer a Toscana? De passear pelos amplos campos das vinícolas, se impressionar com a história e a manutenção das condições das cidades muradas da Itália? Então! Eu, Patricia, esperava ansiosamente por esse dia, desde que assisti ao Filme Sob o Sol da Toscana, no ano de 2003. Se você pode sonhar, você pode realizar, como bem dizia o Pai do Mickey Mouse. Então, vem sonhar com a gente, com o nosso Roteiro pela Toscana, e saiba, desde já, como aproveitar melhor a sua viagem que, independentemente da fase de planejamento em que ela se encontra – sonho / programação ou breve realidade – vai acontecer!

Toscana, Itália

Toscana, Itália

Como se locomover entre as cidades da Toscana – Dica sobre como traçar itinerários com facilidade

No post em que falamos sobre as dicas gerais aplicáveis a uma viagem imperdível para a Itália, apresentamos a vocês a possibilidade de conhecer a Toscana de carro; que será sempre o nosso foco neste tema, já que foi a nossa opção durante a viagem, ok?

Esta, na nossa opinião, é a melhor forma de aproveitar bem o seu tempo e o seu dinheiro, realizando atividades de deslocamento no roteiro pela Toscana de uma maneira mais confortável, mais rápida e menos trabalhosa, ainda mais quando você está viajando com pelo mais uma pessoa com quem possa revezar no volante.

Mas, antes de começarmos a falar sobre o roteiro e as cidades, especificamente, queremos compartilhar com vocês uma dica que será útil para qualquer itinerário que quiserem traçar, seja nessa viagem, seja em qualquer outra: o Google Maps.

Independentemente da sua opção de meio de locomoção, ele deverá ser seu melhor amigo durante uma viagem. E sabem por que? Porque ele vai te ensinar, SEMPRE, como chegar a algum lugar!

Usando o Google Maps para descobrir um itinerário – Roteiro da Toscana

Acesse o site do GOOGLE MAPS – Clique AQUI 

Selecione a opção “Rotas” – Clique AQUI 

Com a abertura dos campos de Origem e Destino, inclua as informações sobre o ponto de onde pretende sair, para o ponto onde pretende chegar:

Google Maps - Itinerário

Google Maps – Itinerário

Como resultado, a primeira informação disponível é a de como chegar fazendo uso de Carro.

Mas, ao lado desta opção, estão todas as outras: “transporte público”; “a pé”; “de bicicleta” ou “voos”.

Clique sobre o “transporte público”, por exemplo, e tenha acesso aos detalhes de cada uma das possibilidades:

Detalhes - Google Maps - Transporte público

Detalhes – Google Maps – Transporte público

Veja que, ao lado de cada possibilidade de transporte público, está indicado o tempo estimado de viagem. Portanto, sobre a que for de sua preferência (geralmente escolhe-se as que levam menos tempo para serem concluídas), CLIQUE!

Ao clicar, o Google te mostra tudo, tudinho, na forma de passo a passo: quanto tempo deve caminhar, de qual ponto de origem até qual ponto de destino; em qual ponto de ônibus você encontrará a linha indicada, etc; tudo de maneira simples e direta!

Altamente recomendado fazer desta forma, qualquer que seja a sua forma de locomoção preferida. Aqui, estamos dando o exemplo do transporte público. Mas todas as outras (carro, a pé, de bicicleta ou avião) são igualmente fáceis e eficientes.

Roteiro pela Toscana: Dias 1, 2 e 3 – FLORENÇA – CONFIRA NOSSO ROTEIRO DE 03 DIAS EM FLORENÇA, CLICANDO AQUI!

Roteiro pela Toscana: Florença

Roteiro pela Toscana: Florença

Roteiro pela Toscana: Dia 3 – Na saída de Florença, passagem por GREVE IN CHIANTI, para conhecer e almoçar na vinícola Castello di Verrazzano.

Como chegar

De carro

Chegamos a Vinícola Castello di Verrazano, em Greve in Chianti, a partir de Florença. A distância entre esses dois pontos é de 28.5 km, o equivalente a 41 minutos de viagem de carro, respeitando os limites da via e contabilizando este tempo, da porta da porta do nosso hotel, até a porta da vinícola.

Usando o transporte público

Suponhamos que você pretenda realizar o mesmo itinerário: sair de Florença e ir para a vinícola de transporte público.

Segundo informações fornecidas pelo Google Maps, ao invés de 44 minutos de deslocamento de carro, seria gasto algo em torno de 1h30, entre caminhadas e viagens de ônibus.

A vinícola visitada na região: CASTELLO DI VERRAZZANO

A região do Chianti, onde está localizado o Castello Di Verazzano, é famosa, na Itália, pelo cultivo da Uva Sangiovese e produção de uma das suas principais e mais respeitadas variações de vinho: o DOCG Chianti Classico (vinho de origem garantida e controlada, com pelo menos 80% de Uva Sangiovese, e outros 20% à escolha do produtor; além de graduação alcóolica a partir de 12%).

Castello Di Verrazzano

Castello Di Verrazzano

Vinícola Castello di Verrazzano - Greve in Chianti

Vinícola Castello di Verrazzano – Greve in Chianti

A vinícola por nós escolhida – Castello di Verrazzano – está entre as que respeitam as regras de produção de um vinho Chianti Classico de origem controlada. E, para ser a nossa experiência de visita/degustação, escolhemos a seguinte opção:

Tour de 1 hora pela vinícola + Degustação de 4 vinhos + Prato de Frios + Massa + Vinho Sobremesa = EUR 45

Existem várias opções de visitas/degustações disponíveis nesta vinícola, em inglês ou italiano, com valores entre EUR 18 e EUR 62. Mas, é IMPRESCINDÍVEL a pré-reserva pelo site: CLIQUE AQUI. 

Produção de Azeite Balsâmico em Greve in Chianti - Vinícola Castello Di Verrazzano

Produção de Azeite Balsâmico em Greve in Chianti – Vinícola Castello Di Verrazzano

Degustação de Vinhos em Greve in Chianti - Castello di Verrazzano

Degustação de Vinhos em Greve in Chianti – Castello di Verrazzano

Prato de frios - Vinícola Castello Di Verrazzano

Prato de frios – Vinícola Castello Di Verrazzano

Vin Santo com Cantucci - Degustação na Vinícola Castello Di Verrazano

Vin Santo com Cantucci – Degustação na Vinícola Castello Di Verrazano

Roteiro pela Toscana: Dias 3 e 4 – SAN GIMIGNANO (1 noite e 1/2 dia)

Curiosidades e observações gerais sobre a cidade

Não é à toa que a cidade de San Gimignano já foi cenário de alguns filmes e até mesmo novelas brasileiras, como a novela Passione, na Rede Globo, no ano de 2010.

Na Idade Média, figurava com uma grande produtora de açafrão. E, atualmente, o cultivo ainda existe, sem o uso de qualquer produto químico.

Alvo de disputas entre Florença e Siena por bastante tempo, teve sua população drasticamente reduzida pela peste negra em 1348 (de 13.000 para 3.000 habitantes), mas não poupou esforços para se reerguer.

Hoje, é reconhecida por sua beleza e importância cultural, e muitos são os turistas que se perdem pelos becos e vielas deste Patrimônio da Humanidade.

Observe as torres espalhadas por toda a cidade, que, no passado, representavam a prosperidade de cada família. Chegaram a ser 72 construções, e eram a forma de mostrar quem eram os mais abastados, pois, quanto maior e mais alta a torre, maior devia ser o patrimônio de seu dono.

Como chegar

De carro

No post em que falamos sobre as dicas gerais aplicáveis a uma viagem imperdível para a Itália, apresentamos a vocês a possibilidade de conhecer a Toscana de carro; que será sempre o nosso foco neste tema, já que foi a nossa opção durante a viagem, ok?

Esta, na nossa opinião, é a melhor forma de aproveitar bem o seu tempo e o seu dinheiro, realizando atividades de deslocamento de uma maneira mais confortável, mais rápida e menos trabalhosa, ainda mais quando você está viajando com pelo mais uma pessoa com quem possa revezar no volante.

Chegamos a San Gimignano a partir de Greve in Chianti, onde havíamos visitamos o Castello di Verrazzano. A distância entre esses dois pontos é de 44.7 km, o equivalente a 50 minutos de viagem de carro, respeitando os limites da via e contabilizando este tempo, da porta da vinícola até a porta do nosso estacionamento, na cidade de destino.

Estacionando em San Gimignano

Esta é uma das cidades muradas pelas quais passamos na Itália. E, na prática, aprendemos que, para nós turistas, não é possível adentrar com veículos de passeio na parte de dentro do muro.

Assim, qual a solução para você que, assim como nós, está ou estará de carro durante a sua viagem, e pretende se hospedar na cidade histórica, ou até mesmo visitá-la, já que é nela que se concentram grande parte das atrações principais do local?

A resposta é: no seu navegador – Google Maps, por exemplo, quando estiver à procura do seu destino, busque pela melhor localização dos estacionamentos públicos ou privados, denominados: “Parcheggios”.

Em San Gimignano, como mostramos através do mapinha abaixo, são 4 as opções de estacionamento, e, em todas elas – principalmente no P1 – Parcheggio Giubileo – passam ônibus gratuitos para a entrada da Cidade Histórica. O valor da diária no estacionamento por nós escolhido é equivalente a EUR 6.

Para mais detalhes sobre os estacionamentos em San Gimignano, como preços atualizados, fornecidos pelo site Oficial da Comune di San Gimignano, CLIQUE AQUI.

Descendo do ônibus gratuito na entrada da Cidade, você apenas precisará se dirigir até o seu hotel – se for se hospedar por lá, como nós fizemos – ou perder-se pelas ruas deste lugar, que te fará se sentir como se no passado estivesse. <3

Usando o transporte público

Suponhamos que você pretenda realizar o mesmo itinerário: sair da Vinícola Castello de Verrazzano e ir para San Gimignano usando o transporte público.

Segundo informações fornecidas pelo Google Maps, ao invés de 1 hora de deslocamento, seriam gastas algo em torno de 2h48 a 3h30, entre caminhadas e viagens de ônibus.

Onde ficar – a nossa opção de hospedagem

Escolhemos, como hospedagem, um hotelzinho bem charmoso localizado na Piazza della Cisterna: o Hotel Leon Bianco. 

Pela diária do quarto do Hotel Leon Bianco paga-se entre EUR 90 e EUR 130 (dependendo da época da estadia pretendida), com direito a café da manhã, WI-FI gratuito e academia.

Gostamos MUITO! As acomodações são amplas, confortáveis e limpas, e o atendimento no hotel, muito bom! A estrutura original do prédio, uma construção do século 11, foi parcialmente mantida. E é possível verificar características do período medieval até mesmo nas áreas privadas, como a suíte onde ficamos hospedados.

Suíte do Hotel Leon Bianco em San Gimignano

Suíte do Hotel Leon Bianco em San Gimignano

Suíte do Hotel Leon Bianco em San Gimignano

Suíte do Hotel Leon Bianco em San Gimignano

Entrada do Hotel Leon Bianco em San Gimignano

Entrada do Hotel Leon Bianco em San Gimignano

GOSTOU DO HOTEL LEON BIANCO, em San Gimignano? CLIQUE AQUI PARA RESERVAR!

O que fazer

Na praça do Hotel Leon Bianco – a Piazza della Cisterna – há um poço super fotogênico, que mais parece o componente de um cenário cenográfico, mas que, na verdade, foi construído em 1287 para abastecer a cidade.

Poço de 1287 na Piazza della Cisterna, San Gimignano

Poço de 1287 na Piazza della Cisterna, San Gimignano

E, partindo dali, estão bem próximas todas as principais atrações da cidade, como por exemplo a Rocca di Montestafoli, que foi um “forte” construído quando a cidade de San Gimignano passou a ser de domínio de Florença, para que pudesse se proteger dos ataques de Siena.

Rocca di Montestafoli

Rocca di Montestafoli

Vista da Rocca di Montestafoli

Vista da Rocca di Montestafoli

Com relação às cidades da Toscana – inclusive San Gimignano – a grande atração da cidade é andar. Caminhar, encontrar um lugar legal. Parar, fotografar, estudar um pouco mais sobre o ponto/monumento, e retomar o caminho, tudo num modelo “easy going” de viagem.

O legal é não ter atividade obrigatória, não ter horário, e poder decidir onde e a que horas parar.

Mais adiante, logo abaixo das nossas experiências com a comida em San Gimignano indicaremos os principais pontos da cidade, para que você possa olhar, caminhar, e calmamente decidir sobre o que fazer.

Onde comer

Não tivemos muito tempo em San Gimignano. Mas, nas horas em que estivemos por lá, pudemos experimentar, além do sorvete que já foi classificado como o melhor do mundo; também as deliciosas bruschettas de uma bruschetteria local, comandada por um italiano que ama o Brasil.

Gelateria Dondoli

A premiada gelateria de San Gimignano tem, de fato, um dos melhores sorvetes do mundo. Não é à toa que é tão premiada.

O mestre-sorveteiro Sergio Dondoli faz questão de acompanhar, pessoalmente, a produção dos mais de 400 kg de sorvete por dia.

Há mais de 100 sabores na vitrine. E, com as longas filas que se formam na porta, é bem difícil conseguir se decidir com a agilidade que o movimento das coisas exige.

Mas, se não tiver como pensar calmamente nos seus sabores preferidos, fique tranquilo! Qualquer que seja o sorvete escolhido, você estará muito bem servido! Há opções para os celíacos e intolerantes a lactose.

Um dos sabores que experimentamos, e que nos marcou muito, foi o de “Gorgonzola e Noci”. Isso mesmo! Gorgonzola e Nozes, uma delíííícia! Ah! E também o gelato de Manga, que proporciona a mesma sensação de comer a fruta, uma manga bem docinha, daquelas suculentas que fazem até escorrer o caldinho pela mão! 🙂

O gosto é indescritível, mas o que encanta e intriga, de verdade, é a cremosidade. NUNCA comemos um sorvete tão cremoso quanto o sorvete da Gelateria Dondoli!

Preço do maior sorvete: EUR 6, podendo escolher 5 sabores diferentes.

Testado e aprovado!

Gelateria Dondoli, San Gimignano

Gelateria Dondoli, San Gimignano

Gelateria Dondoli, San Gimignano

Gelateria Dondoli, San Gimignano

Bruschetteria Echoes

Procurando o que comer em San Gimignano, nos deparamos com esta opção que, a princípio, nos fez torcer o nariz.

Afinal, o nosso pensamento era: “quem, em sã consciência, deixaria de jantar uma comida de verdade, para comer bruschetta, que nada mais é do que um pão, com molho e algum tipo de recheio?”. A resposta é: se for na Bruschetteria Echoes, QUALQUER PESSOA!

Decidimos entrar mesmo assim e, com essa atitude, garantimos uma das nossas melhores noites da viagem!

Nesse restaurante, tocado por uma família italiana, que tudo ali mesmo prepara e serve, uma simples bruschetta vira um acontecimento.

O dono, um italiano raiz, ama o Brasil. E, mais do que isso, tem uma foto do Estádio do Mineirão no acervo decorativo do restaurante, que foi presente de um amigo brasileiro, que mora em Belo Horizonte, o Leonardo!

Como sabemos o nome do amigo do dono do restaurante? Ele quase enlouqueceu quando dissemos que éramos do Brasil. E quase pirou por completo, quando dissemos que éramos de BH!

Foi super divertido ver o entusiasmo real de um italiano nato. As mãozinhas balançando – como estamos acostumados a brincar, quando falamos da comum gesticulação da fala italiana – e um sorriso largo, do tamanho do Mineirão.

Foi um jantar MUITO agradável, com direito a conversas em um idioma estranho, já que nem ele falava inglês, nem nós falávamos italianos. Mas o que mais importava, nesse caso, era o idioma mundial: a ALEGRIA, o ENTUSIASMO e a BOA VONTADE. Não há barreiras culturais que impeçam essa comunicação, minha gente!

Bruschetteria Echoes, San Gimignano

Bruschetteria Echoes, San Gimignano

Foto do Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, na estante do Restaurante Echoes, em San Gimignano

Foto do Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, na estante do Restaurante Echoes, em San Gimignano

E ao final, quando já caminhávamos felizes e satisfeitos pela rua, no nosso caminho de volta do restaurante até o hotel, fomos chamados de volta.

O dono, Piero, tinha um presente para nos entregar: uma garrafa de vinho da região. Aquela cena, até hoje quando lembrada, nos deixa com o coração aquecido e os olhos cheios d’água.

Mal sabia o Piero que o melhor presente de todos, já tínhamos recebido antes mesmo de pagar a conta. Afinal, fazer alguém se sentir especial, é a melhor forma de presentear, não é?

Vinho de Presente, San Gimignano

Vinho que ganhamos de presente em San Gimignano

E viva o Piero, viva a Echoes, viva San Gimignano, viva a Itália!

Lição do dia: Deixe-se levar, deixe-se surpreender, vença os seus pré-conceitos. A vida, certa e rapidamente, lhe sorrirá, e lhe mostrará, de maneira incontestável, o valor de seu ato de abrir o coração.

Roteiro pela Toscana: Dia 4 – MONTALCINO (1 noite e 1/2 dia)

Curiosidades e observações gerais sobre a cidade – A importância do vinho para a região

Por essa cidade do nosso roteiro pela Toscana, sua única tarefa será passear sem rumo, e visitar vinícolas sensacionais, famosas pela produção de um dos vinhos mais cobiçados do mundo: o Brunello di Montalcino.

A cidade, que já esteve sob o domínio de Siena, apresenta, atualmente, cerca de 5.000 habitantes. E, pelas condições climáticas e geográficas que a envolvem, é considerada uma das mais importantes produtoras de vinho do mundo todo.

Na metade do século 19, os produtores locais começaram a abandonar o tradicional jeito toscano de fazer vinho, e passaram a desenvolver um método próprio, que culminou na criação do Brunello. E mal sabiam eles o resultado de sua audácia!

O que faz um vinho ser denominado como Brunello di Montalcino?

Para ser considerado um autêntico Brunello di Montalcino, é necessário que o vinha tenha sido produzido com observância das seguintes regras:

  • A composição de uvas deve ser, em sua totalidade, equivalente a Sangiovese Grosso;
  • Tempo obrigatório em barril de carvalho: amadurecimento mínimo de 02 anos;
  • Tempo obrigatório em garrafa, antes de ser comercializado: 4 meses (ou 6 meses, se quiser ser denominado como “Reserva”);
  • O engarrafamento deve ser feito no mesmo local onde é produzido, ou seja, o processo do vinho deve ser realizado, integralmente, em Montalcino;
  • A venda de um Brunello pode ocorrer apenas a partir do dia 1 de Janeiro do 5o. ano após a colheita (6o. ano no caso de um vinho Reserva);
  • O Brunello di Montalcino pode ser colocado à venda apenas em garrafas do tipo Bordeaux.
As melhores safras do Brunello di Montalcino e o potencial de guarda do vinho

E para os amantes do vinho, uma dica: as melhores safras de Brunello di Montalcino dos últimos tempos ocorreram em 2010 e 2012. A tendência é que, com o passar dos anos, os vinhos destes anos fiquem cada vez mais caros, conforme forem se aproximando das melhores datas para consumo, como explicaremos abaixo.

Este tipo de vinho tem capacidade de ficar melhor ainda quando guardado por determinado tempo. Os vinhos da safra de 2010 tem indicação de consumo entre os anos de 2018 e 2030; enquanto que os vinhos da safra de 2012 alcançarão seu máximo potencial entre os anos de 2020 e 2030.

O difícil é conseguir guardar as garrafinhas e se controlar pra não abrir de uma vez né, mores? <3

Como chegar

De carro

No post em que falamos sobre as dicas gerais aplicáveis a uma viagem imperdível para a Itália, apresentamos a vocês a possibilidade de conhecer a Toscana de carro; que será sempre o nosso foco neste tema, já que foi a nossa opção durante a viagem, ok?

Chegamos a Montalcino a partir de San Gimignano. A distância entre esses dois pontos é de 79.4 km, o equivalente a 1h19 minutos de viagem de carro, respeitando os limites da via e contabilizando este tempo, do estacionamento de San Gimignano até o estacionamento em Montalcino.

Estacionando em Montalcino

Esta é mais uma cidade murada de nosso roteiro pela Toscana. E, na prática, mais uma oportunidade para aprendermos que, em se tratando de turistas, não é possível adentrar com veículos de passeio na parte de dentro do muro.

Assim, qual a solução para você que, assim como nós, está ou estará de carro durante a sua viagem, e pretende se hospedar na cidade histórica, ou até mesmo visitá-la, já que é nela que se concentram grande parte das atrações principais do local?

A resposta é: no seu navegador – Google Maps, por exemplo, quando estiver à procura do seu destino, busque pela melhor localização dos estacionamentos públicos ou privados, denominados: “Parcheggios”.

Em Montalcino, como mostramos através do mapinha abaixo, são 6 as opções de estacionamento. Em frente ao nosso hotel, por exemplo, havia um estacionamento: o Parcheggio Piazzale Fortezza, que facilitou incrivelmente a nossa vida. Os preços são bem parecidos com os dos estacionamentos de San Gimignano, variáveis entre EUR 6/dia e EUR 20/dia.

Usando o transporte público

Suponhamos que você pretenda realizar o mesmo itinerário: sair de San Gimignano e ir para Montalcino usando o transporte público.

Segundo informações fornecidas pelo Google Maps, ao invés de 1h19 hora de deslocamento, seriam gastas algo em torno de 3h30 a 5h17, a depender da opção escolhida, entre caminhadas e viagens de ônibus/trem.

Onde ficar – a nossa opção de hospedagem

Enquanto pesquisávamos por opções de hotel em Montalcino, fomos surpreendidos por uma propriedade que nos intrigou bastante. Era linda, moderna e ao mesmo tempo com traços medievais; e tinha apenas 3 quartos disponíveis para hóspedes. Era a Drogheria e Locanda Franci. 

Como o hotel estava MUITO bem avaliado no Booking, com nota 9,4 em 10, não pensamos duas vezes. Logo reservamos.

O valor da diária, com café da manhã, era equivalente a EUR 130 por quarto (ou seja, por casal). Neste preço estava incluído, ainda, o WI-FI gratuito.

E, ao chegarmos lá, entendemos toda a exclusividade daquele hotel. Era, principalmente, pelo fato de que a hotelaria não era a atividade principal dos donos do empreendimento, mas sim a produção de vinhos e a condução de um restaurante que funcionava no mesmo local.

As acomodações

Esse foi um dos quartos/banheiros mais apaixonantes de toda a viagem. A nossa vista, quando abríamos a janela, era, nada mais, nada menos, do que um dos monumentos mais importantes da cidade, a Fortezza, uma construção original do século 14 que, além de uma vista panorâmica de toda a redondeza, possui ainda uma enoteca em seu interior.

Vista do nosso quarto em Montalcino - Drogheria e Locanda Franci

Vista do quarto-Drogheria e Locanda Franci

O quarto, em sua decoração, misturava elementos contemporâneos, de cunho industrial; com a tradição medieval. Inexplicável! As fotos, tanto as disponíveis no Booking, quanto as que tiramos e compartilhamos abaixo, não mostram nem 1/3 do que o Hotel Drogheria e Locanda Franci é, verdadeiramente!

Quarto do Hotel Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Quarto do Hotel Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Quarto do Hotel Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Quarto do Hotel Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Banheiro da Suíte do Hotel Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Banheiro da Suíte do Hotel Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Banheiro da Suíte do Hotel Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Banheiro da Suíte do Hotel Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

O atendimento

O atendimento do hotel é algo que deve ser ressaltado, à parte. Merece um tópico só pra isso!

O Ricardo, responsável pelo nosso atendimento, foi incrível, do início ao fim. Fez questão de nos dar dicas locais; de nos falar quais vinícolas, dentre as tantas da região, eram imperdíveis; além, ainda, de nos contar a história da cidade, da produção de vinhos, inclusive, por parte de sua família.

Enquanto conhecíamos as dependências do hotel, inclusive a adega, o Ricardo nos ensinou uma coisa: que um vinho foi feito para ser aberto e compartilhado. E, ali mesmo, abriu pra gente uma garrafa de Brunello di Montalcino de produção de sua família, do ano de 2009.

Adega da Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Adega da Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Vinho de produção da Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Vinho de produção da Drogheria e Locanda Franci, em Montalcino

Por fim, como se não bastasse, quando chegamos no hotel à noite, e decidimos tomar um vinho na área aberta disponível para isso, se preocupou em acender uma vela para nos iluminar, além de providenciar alguns petiscos como acompanhamento, sem nos cobrar nem um euro a mais por isso. Impagável e imperdível.

Se um dia voltarmos a Montalcino, é lá que nos hospedaremos, COM TODA A CERTEZA DO MUNDO!

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O que fazer

Como dissemos no início do tópico sobre Montalcino, o que você terá a fazer por lá, além de caminhar tranquilamente, será visitar vinícolas e experimentar vinhos.

Na região, visitamos 3 delas, as quais indicamos fortemente. Cada uma tem sua metodologia de trabalho e sua filosofia. A Castello Banfi é mais comercial, tem maior estrutura. A Poggio Antico é intermediária. Grande, porém conserva ainda alguns traços do regionalismo e do cuidado encantador com o seu visitante/cliente. Já a Podere Le Rippi é uma atração à parte. Pequena, mas charmosíssima. Falaremos melhor sobre cada uma delas a seguir.

A vinícola visitada na região: POGGIO ANTICO

Poggio Antico, Montalcino

Poggio Antico, Montalcino

Poggio Antico, Montalcino

Poggio Antico, Montalcino

Conhecida por produzir um dos melhores vinhos da região. A degustação de vinhos vale a visita!

Toda a separação das uvas é feita de maneira manual, sendo o processo de triagem composto por 5 etapas diferentes, tudo no intuito de garantir que apenas as melhores uvas passem pelo rigoroso controle e, assim, colaborem para a produção de um vinho inesquecível.

Nesta vinícola, não realizamos o tour guiado (que pode ser em italiano ou inglês). Chegamos e partimos direto para a degustação (em inglês) e, em seguida, para o almoço à la carte. O almoço não vale a pena. Pratos gostosos, porém a porção é super pequena, e os preços, grandes. Rs.

É indicado realizar a reserva prévia do horário. Para saber como reservar, CLIQUE AQUI! 

Os preços variam entre EUR 15 e 25 para degustações de três, quatro, cinco ou seis vinhos.

Já os preços das garrafas de 750 ml, para levar pra casa, variam entre EUR 18 e EUR 70; sendo o vinho mais barato, o Rosso Di Montalcino de Origem Controlada (D.O.C) de 2014 ou 2015; e o mais caro, o Brunello de Montalcino de Origem Controlada e Garantida (D.O.C.G) Riserva, do ano de 2006.

Mais uma vinícola visitada na região: PODERE LE RIPPI

Podere Le Ripi, Montalcino

Podere Le Ripi, Montalcino

Podere Le Ripi, Montalcino

Podere Le Ripi, Montalcino

Esta foi uma indicação incrível do Ricardo, do nosso Hotel em Montalcino, o Drogheria e Locanda Franci, como um dos lugares imperdíveis para se visitar em Montalcino.

Não só pela vinícola em si, mas também pela beleza do local, além da filosofia de vida e trabalho do proprietário da Podere Le Rippi: Francesco Illy. Sim! O dono dos cafés de mesma marca: Illy. 

O método de trabalho respeita o princípio da biodinâmica, e acredita que o próprio solo, aliado aos demais elementos da natureza, é capaz de fornecer ao ser vivo – no caso, ali, as parreiras de uvas – todo o alimento que ela precisa para existir e se manter.

Os vinhos que provamos ali são DELICIOSOS. Muito mesmo!

Vale a visita, e é recomendado reservar, CLICANDO AQUI! 

Os preços dos tours (em italiano ou inglês) + degustações são: EUR 15 (Tour and Tasting Love and Magic), EUR 40 (Tour and Tasting Wolves and Sirens) e EUR 70 (Bonsai Tour and Tasting). Este último, inclui a degustação da produção limitadíssima do chamado Rosso di Montalcino DOC Bonsai, que faz parte de uma nova e arrojada tentativa de Francesco Illy de revolucionar a produção de vinhos na região.

Outra vinícola visitada na região: CASTELLO BANFI 

Castello Banfi, Montalcino

Castello Banfi, Montalcino

Castello Banfi, Montalcino

Castello Banfi, Montalcino

É essencial reservar, CLICANDO AQUI.

Atualmente, são responsáveis por 70% da produção de Brunello di Montalcino.

Seus donos são americanos e, também nessa extensão dos EUA na Toscana, o “american way of living” é predominante. Portanto, trabalham no mesmo esquema de um estabelecimento nos Estados Unidos: tudo muito organizado, muito ágil, e até um pouco engessado.

Fomos jantar por lá. Havia opções à la carte (preços de EUR 17 a EUR 36), além de menu degustação com 3, 4, 5 ou 7 pratos, harmonizados, ou não, com vinhos da casa, com preços entre EUR 95 e EUR 135 (apenas o menu degustação); e entre EUR 105 e EUR 170 (menu degustação + harmonização com vinhos da casa).

Comida boa, nada demais. E vinhos bons também, nada excepcionais. Se você for escolher apenas uma vinícola em Montalcino, não escolha o Castello Banfi. Escolha uma das duas outras que indicamos acima. A sua experiência será muito mais real e menos comercial.

Um pouco mais sobre a região, e as indicações de vinícolas em Montalcino por um morador local

O Ricardo, do Hotel Drogheria e Locanda Franci, quando nos contava mais sobre a história da cidade e do vinho Brunello di Montalcino, nos deu um mapa MARAVILHOSO, onde estão TODAS as vinícolas da região, reunidas naquilo que se denomina “Consorzio del Vino Brunello Di Montalcino”.

Neste mapa, estão relacionados 208 produtores. E, por ser uma pessoa FOFA e GRACINHA DEMAIS, o Ricardo nos fez o favor maravilhoso de anotar, dentre todas essas, 06 vinícolas consideradas, por um local, como IMPERDÍVEIS.

Portanto, informação de ouro que, agora, compartilharemos com vocês através do mapinha abaixo. Uma delas é a Podere Le Ripi, que visitamos. As outras 5, infelizmente, não tivemos tempo para conhecer. Mas se você, porventura for a alguma destas, por favor, deixe aqui seu comentário relatando a experiência! Vai ser legal ouví-los também! 🙂

Aproveitaremos o mesmo mapa para colocar, também, as outras duas vinícolas que visitamos, que são a Poggio Antico e Castello Banfi, de modo que estarão destacas, então, no total, 08 vinícolas que valem a visita em Montalcino:

Roteiro pela Toscana: Dia 5 – SIENA (1 noite e 1/2 dia)

Curiosidades e observações gerais sobre a cidade

Siena e Florença sempre foram rivais. Como vocês já devem ter lido nas demais descrições de cidadezinhas menores da Toscana, era super comum que houvesse a disputa, entre as duas, destes territórios.

Siena, por um lado, tem suas glórias relacionadas ao “gótico”. Enquanto que, Florença, teve seu grande “boom” na época do Renascimento.

Reza a lenda que a cidade foi fundada pelo filho de Remo (irmão do Rômulo, da história da loba, lembram?).

O surto da peste negra também assolou a cidade em 1348, matando dois terços dos seus 100.000 habitantes.

O Centro Histórico de Siena é tombado como Patrimônio Histórico da Unesco, por ser a representação fiel de uma cidade medieval.

Siena, Itália

Siena, Itália

O famoso Palio de Siena

Evento anual realizado desde a Idade Média, nas datas de 02 de Julho e 16 de Agosto.

Trata-se de uma competição de corridas de cavalo entre 10 bairros de Siena – os chamados “contrade” – na qual o prêmio é o palio, equivalente a um estandarte de seda.

A corrida tem cerca de um minuto, e a velocidade alcançada pelos dez cavaleiros na pista de terra é assustadora!

Durante o Palio, a cidade fica SUPER lotada, e as diárias de hoteis aumentam absurdamente!

Portanto, se não faz questão de participar do evento (onde você deve chegar com pelo menos 4 horas de antecedência, e só sair depois de terminado, pela impossibilidade de se locomover com tranquilidade em meio à multidão), evite Siena nestas datas.

Fachada dos Prédios na Praça onde ocorre o Palio de Siena

Fachada dos Prédios na Praça (Piazza del Campo) onde ocorre o Palio de Siena

Como chegar

De carro

Saímos de Montalcino e fomos para Siena. São, ao todo, 40 km de estrada, em aproximadamente 50 minutos de viagem.

Aqui, o esquema é o mesmo das outras cidades muradas. As atividades estão todas concentradas no Centro Histórico, assim como a maioria dos hoteis, e, como é Zona de Tráfego Limitado, é proibido ao turista circular com seu veículo nesta região.

Assim, a ideia é: estacionar nos “Parcheggios” ao redor da cidade, e caminhar até o seu hotel – se for o caso de se hospedar – ou até o Centro Histórico, se estiver por lá apenas para conhecer.

De transporte público

Segundo estimativa do Google Maps, para chegar de Montalcino até Siena, leva-se de 1h13 e 2h36, dependendo do tipo de itinerário escolhido, entre caminhadas, ônibus e trens.

Onde ficar – a nossa opção de hospedagem

Uma casa para chamar de sua. Essa é a sensação, ao pisar no Hotel Relais degli Angeli Residenza d’Epoca. 

Localização incrível, em um dos pontos mais privilegiados da cidade; com áreas comuns dignas de filmes de época. No entanto, com a modernidade em suas facilidades – como o WI-FI, que é EXCELENTE – e o atendimento primoroso, a real preocupação com o bem estar do hóspede.

Há apenas 7 quartos no hotel. E cada um dos clientes é tratado com cuidado exclusivo, explicações e assessoria personalizada, para fornecimento de dicas locais e de detalhes sobre a história da cidade.

O preço da diária, à época da nossa viagem (Maio/2017) era equivalente a EUR 150 por quarto/casal; e no valor estava incluído, além do café da manhã, caprichosamente preparado e servido, o WI-FI de excelente qualidade.

Escadaria na entrada do Relais degli Angeli Residenza D'Epoca

Escadaria na entrada do Relais degli Angeli Residenza D’Epoca

Suíte do Relais degli Angeli Residenza D'Epoca

Suíte do Relais degli Angeli Residenza D’Epoca

GOSTOU DO RELAIS DEGLI ANGELI RESIDENZA D’EPOCA, em Siena? CLIQUE AQUI PARA RESERVAR!

O que fazer

No roteiro pela Toscana, esse é mais um lugar para se perder, e se encontrar, e se perder de novo. Sem pressa, sem medo de não saber voltar.

No mapinha abaixo, listaremos os principais, para que você tenha condição de decidir em quais deles irá.

Um lugar imperdível em Siena

Muitos pontos de interesse espalhados pela cidade. Mas um deles, especificamente, chamou MUITO a nossa atenção: a Catedral de Siena, o Duomo.

A princípio, não seria nada demais. Mais uma igreja, entre tantas outras já vistas. Certo? ERRADO! Erradíssimo!

Gente, #prestenção! Essa foi uma igreja na frente da qual nos sentamos, e para a qual ficamos olhando, embasbacados, por mais de 30 minutos. Ela foi construída em 1263, TODA em mármore preto e branco, que são as cores de Siena! Nenhuma foto ou vídeo é capaz de representar a lindeza que é.

Quando estivemos por lá, na tarde do dia 14 de Maio, a tarde caía poeticamente: o céu estava azul, levemente pincelado de nuvens brancas, e os passarinhos, ah! os passarinhos, colaboravam para que a cena ficasse ainda mais linda: passavam pra lá e pra cá, cantando muito, e em coro. Memorável!

A igreja é aberta para visitação, todos os dias, das 10h30 às 18h (sendo o último acesso, permitido até às 17h30). O ingresso, na bilheteria do local, custa EUR 4. Mas, antecipadamente, custa EUR 5, e dá direito ao tão querido “fura-filas do bem”.

Para comprar o ingresso da Catedral de Siena – Duomo, antecipadamente, CLIQUE AQUI! 

Duomo de Siena

Duomo de Siena

Duomo de Siena

Duomo de Siena

Onde comer

Durante a nossa breve estadia em Siena, tivemos a oportunidade de comer em alguns lugares que listaremos abaixo e, posteriormente, listaremos no mapa que listará os pontos de interesse da cidade, ok?

Pizzeria Vento

Boa pedida para quem quer economizar. Pizzas fresquinhas e quentinhas por valores a partir de EUR 1. Boa dica para conseguir comer uma pizza bem gostosa: acompanhar os horários das fornadas, e passar por lá assim que uma nova “leva” tiver sido colocada à venda.

Pizza de 1 euro da Pizzeria Vento

Pizza de 1 euro da Pizzeria Vento

La Bottega del Tartufo

Um excelente lugar para experimentar e comprar trufas, em todas as versões possíveis e imagináveis.

Há trufas in natura, trufas em forma de manteiga, azeite, geleia. Há também trufas em conserva, que são ótimas para trazer para o Brasil.

A loja sempre faz muitos descontos. Quando estivemos lá, no dia 14/05, a promoção era: “Pague 2 e leve 3”.

Gelateria GROM

Para a nossa alegria, a GROM está espalhada por diversas cidades italianas e do mundo! E, felizmente, Siena é uma das localidades. Um dos melhores gelatos que tivemos a oportunidade de experimentar.

Preço da casquinha grande de 03 sabores: EUR 3,80.

Gelateria GROM, Siena

Gelateria GROM, Siena

Osteria da Cice 

Dica do pessoal do Hotel RELAIS DEGLI ANGELI RESIDENZA D’EPOCA.

Muito boa a indicação! Comemos SUPER BEM, em um lugar visivelmente frequentado por locais, e pagamos um excelente valor.

Para vocês terem uma ideia, em Maio/2017, o preço do prato de macarrão (Pici Cacio e Pepe) custava EUR 7!

O restaurante é sempre bem cheio! Portanto, é indicado fazer reserva por telefone!

Para maiores informações sobre o restaurante e sobre como fazer sua reserva, clique AQUI.

Pici Cacio e Pepe, Osteria da Cice

Pici Cacio e Pepe, Osteria da Cice

Roteiro pela Toscana: Dia 6 – PIENZA (1 noite e 1/2 dia)

Curiosidades e observações gerais sobre a cidade

Em nosso roteiro pela Toscana, essa cidade nos fez, de uma maneira muito forte e intensa, retornar ao passado.

O ar medieval da cidade é predominante. E as ruas, apesar de coloridas, ficam vazias bem cedo, já que as pessoas – pouco mais de 2.000 habitantes – que ali moram, estão REALMENTE preocupadas com a sua vida além-trabalho.

Há uma atmosfera inexplicável de paz por essa, que é a cidade famosa pela produção de queijo pecorino, feito de queijo de ovelha.

Os nomes das ruas são fofos. Há a Via do Beijo – Via del Baccio; a Via do Amor – Via dell’amore, e assim por diante.

Pienza, Itália

Pienza, Itália

Pienza, Itália

Pienza, Itália

Como chegar

De carro

Saímos de Siena e fomos para Pienza. São, ao todo, 55 km de estrada, em aproximadamente 1h05 minutos de viagem.

Nesta cidade de nosso roteiro pela Toscana – que era a última da jornada antes de irmos para Roma – especificamente, não nos hospedamos no Centro Histórico.

Preferimos ficar um pouco mais afastados, em um hotel bem bacana, sobre o qual falaremos abaixo.

Mas, com relação aos estacionamentos, funcionam da mesma forma: “parcheggios” ao redor da cidade.

De transporte público

Segundo estimativa do Google Maps, para chegar de Siena até Pienza, leva-se de 1h40 minutos, entre caminhadas, ônibus e trens.

Onde ficar – a nossa opção de hospedagem

Pienza foi a nossa última cidade do roteiro pela Toscana. Assim, nela decidimos fazer um pouco diferente do que havíamos feito até então, no que diz respeito à hospedagem.

Escolhemos um hotel mais afastado, porém maior, com mais cara de “Campos da Toscana”, sabem?

A nossa opção de hospedagem em Pienza foi a Tenuta Santo Pietro.

Tenuta Santo Pietro, Pienza

Tenuta Santo Pietro, Pienza

Tenuta Santo Pietro, Pienza

Tenuta Santo Pietro, Pienza

Tenuta Santo Pietro, Pienza

Tenuta Santo Pietro, Pienza

Tenuta Santo Pietro, Pienza

Tenuta Santo Pietro, Pienza

O que fazer

Também nessa cidade de nosso roteiro pela Toscana, o principal a se fazer é: COMER, REZAR e AMAR.

O Centro Histórico é repleto de construções históricas, mas, o mais legal, é poder se perder nos becos e ruazinhas que, em Maio/2017, estavam cheias de flores.

Seja livre em Pienza, faça o que te der na telha! Afinal, a graça é essa! <3

Onde comer

Fomos a um único restaurante em Pienza.

E, felizmente, nossa escolha foi ACERTADÍSSIMA!

Como mostramos no InstaStories do PI, a entrada do La Bandita Townhouse não nos deixa imaginar tudo o que há lá dentro.

Um restaurante lindíssimo, com sua decoração tradicional, medieval, aliada a itens moderníssimos de decoração.

A comida, deliciosa, com apresentação digna de um restaurante estrelado pela Michelin.

Os preços, tanto da comida quanto dos vinhos, justos, bem justos!

Se tiver a oportunidade, vá! Você não vai se arrepender!

Importante: o restaurante é SEMPRE muito cheio. Portanto, faça a sua pré-reserva! CLIQUE AQUI para acessar o site do restaurante e saber como fazer sua reserva. 

Bandita Townhouse, Pienza

Bandita Townhouse, Pienza

Bandita Townhouse, Pienza

Bandita Townhouse, Pienza

Bandita Townhouse, Pienza

Bandita Townhouse, Pienza

Bandita Townhouse, Pienza

Bandita Townhouse, Pienza

É isso, pessoal!

Chegamos ao fim do nosso roteiro pela Toscana! Aqui está um resumo bem completo dos nossos 6 dias por lá, e esperamos, de coração, que as informações aqui contidas possam ser úteis para as viagens de vocês!

Muito obrigada pela companhia! <3

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